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    imitadas

    encastoado | adj.

    Engastado; cravado (pedras preciosas ou suas imitações)....


    Que imita ou faz lembrar coisa estrangeira....


    franduno | adj.

    Diz-se das coisas que não são naturais, que são imitadas....


    him | interj.

    Onomatopeia com que se imita o rincho da mula....


    sofocliano | adj.

    Relativo ao poeta grego Sófocles....


    tum | interj.

    Imita a detonação de um tiro....


    mimético | adj.

    Relativo a mimese ou a mimetismo....


    rétro | adj. 2 g. 2 núm.

    Que imita um estilo passado ou anterior....


    Expressão popular usada para alertar o povo para alguma coisa, imitada da fórmula romana caveant consules....


    Frase da Imitação de Cristo que se cita a propósito de um nome ilustre, caído no olvido, da derrocada de uma grande situação política, social, financeira, etc....


    Ornado de sinuosidades que imitam os vermes....


    paramilitar | adj. 2 g.

    Que imita a estrutura e a disciplina do exército, sem dele fazer parte....


    alquime | n. m.

    Liga de cobre e zinco que imita o ouro....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o gentílico do Entroncamento?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?