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    existe-nos

    abinício | adv.

    Desde o princípio; desde que existe o mundo....


    apocarpado | adj.

    Diz-se dos ovários em que existe o apocarpo....


    autogéneo | adj.

    Que se produz sem intervenção de agentes exteriores....


    inveterado | adj.

    Que existe há muito tempo (ex.: adversários inveterados)....


    lendário | adj.

    Que é relativo a lenda....


    novel | adj. 2 g.

    Que existe há pouco tempo....


    preexistente | adj. 2 g.

    Que existe ou existiu; que preexiste....


    Que existe sobre a folha; que está aderente à superfície anterior da folha....


    ralo | adj.

    Pouco denso....


    Silogismo sobre o qual Descartes fundou toda a sua doutrina filosófica....


    incoexistente | adj. 2 g.

    Que não existe em simultâneo com algo ou alguém; que não coexiste....


    emulsina | n. f.

    Enzima que existe nas amêndoas, no louro-cerejo e em outras rosáceas....


    existência | n. f. | n. f. pl.

    Ato de existir; estado do que é ou do que existe....


    mito | n. m.

    Personagem, facto ou particularidade que, não tendo sido real, simboliza não obstante uma generalidade que se deve admitir....



    Dúvidas linguísticas


    Ainda ontem tive uma pequena discussão com uma amiga acerca da maneira de como se escreve ou como se diz uma palavra. A palavra em questão é o nome a que se chama ao aquecimento do interior de um carro. Será chofagem ou sofagem, ou ainda outra?


    Sou formanda de um curso de qualificação profissional e no âmbito do mesmo tenho aulas de Português. Pelo menos duas vezes, fui confrontada com ensinamentos que não me parecem correctos.
    Primeira: a professora diz-nos que o advérbio de modo raramente é uma palavra esdrúxula. Recordo ainda a voz da minha professora da Escola Secundária, dizendo-nos que todos os advérbios de modo são palavras graves. Não importa de que adjectivo venham, ao transformarem-se em advérbios de modo a sílaba tónica passa a ser “men” (a penúltima) e, portanto, são palavras graves.
    Segunda: esta senhora pôs-nos hoje a completar frases com o presente do conjuntivo de alguns verbos. Uma das frases compreendia a primeira pessoa do plural do verbo conseguir que ela completou com "consígamos" (até o corrector ortográfico do computador discorda!). Esta eu já verifiquei no vosso site (perdoem-me os anglicismos) e efectivamente não vejo acento no i.