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deflagrasse

Combustão com chama intensa sem explosão....


deflagrador | n. m. | adj. n. m.

Instrumento que serve para, de longe, incendiar substâncias explosivas....


antideflagrante | adj. 2 g.

Que impede ou dificulta a deflagração ou a combustão (ex.: materiais antideflagrantes; protecção antideflagrante)....


deflagrar | v. tr. e intr.

Tornar ou ficar activa a combustão de uma matéria inflamável, geralmente com explosão ou com chama intensa....


deflagrante | adj. 2 g.

Que deflagra ou faz deflagrar (ex.: impacto deflagrante)....


despoletar | v. tr.

Desarmar a espoleta ou o detonador, impedindo a explosão (ex.: despoletar uma granada)....


municial | adj. 2 g.

Relativo a munição (ex.: análise de elementos municiais deflagrados; perícia municial)....




Dúvidas linguísticas



Sou de Recife e recentemente tive uma dúvida muito forte ao pensar sobre uma palavra: xexeiro, checheiro ou seixeiro (não sei na verdade como se escreve e se tem, realmente, uma forma correta). Essa palavra é usada para dizer quando uma pessoa é "caloteiro", mau pagador. Em Recife é comum ouvir isso das pessoas: fulano é um "xexeiro". Gostaria de saber de onde surgiu esse termo. Fiquei pensando o seguinte: seixo é uma pedra dura e lisa e quando uma pessoa está com pouco dinheiro dizem que ela está "lisa" ou "dura". Então na verdade o certo seria seixeiro. Essa é a minha dúvida.
A forma correcta é seixeiro, que, segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, deriva mesmo de seixo, “calote”, acepção que o referido dicionário também regista como regionalismo nordestino.



Quando digito "qüinqüênio" aparece como palavra não encontrada,corrigindo para "quinquénio".Como ela aparece no Aurélio e no Michaelis,pergunto a razão deste desencontro.
Os tremas não são utilizados na norma ortográfica do português de Portugal, daí que quinquénio tenha entrada no Dicionário de Língua Portuguesa On-Line, ao contrário de qüinqüênio, cuja ortografia segue a norma brasileira. A diferença do sinal diacrítico (-énio / -ênio) explica-se pelo facto de em Portugal o e desse sufixo ser aberto, como o e de médico, e no Brasil ser fechado, como o e de pêra.

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