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    Pesquisa nas Definições por:

    controlava

    Relativo a ou próprio de autocracia ou de autocrata....


    invasivo | adj.

    Relativo à invasão (ex.: plano invasivo)....


    remoto | adj.

    Que sucedeu há muito tempo....


    Que é controlado remotamente, à distância....


    antidopagem | adj. 2 g. 2 núm.

    Que serve para controlar ou detetar o uso de substâncias ilícitas no organismo (ex.: teste antidopagem)....


    Que sofreu tratamento, baseado na aplicação controlada de forças, destinado a aumentar a sua resistência (ex.: betão pré-esforçado, viga pré-esforçada)....


    protendido | adj.

    Que sofreu tratamento, baseado na aplicação controlada de forças, destinado a aumentar a sua resistência (ex.: betão protendido, viga protendida)....


    -stato | elem. de comp.

    Exprime a noção de controlo ou ajuste, geralmente aparelho ou mecanismo de controlo ou ajuste (ex.: pressóstato)....


    bel canto | loc.

    Escola ou técnica de canto de tradição italiana, desenvolvida em especial desde o final do século XVII até ao século XIX, que se baseia no virtuosismo vocal e no controlo sobre uma longa extensão vocal....


    De modo aduaneiro (ex.: controlar aduaneiramente as mercadorias)....


    De modo pneumático (ex.: o dispositivo é controlado pneumaticamente)....


    fotomotor | adj.

    Diz-se do reflexo ou da reação que controla o tamanho das pupilas em resposta às mudanças de intensidade da luz....


    glicémico | adj.

    Relativo a glicemia (ex.: índice glicémico dos alimentos; controlo glicémico de pessoas com diabetes)....


    Relativo a sorologia (ex.: análises sorológicas; controlo sorológico)....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?