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bicolor

bicolor | adj. 2 g.

De duas cores....


semáfora | n. f.

Cada uma das duas pequenas bandeiras bicolores usadas para transmissão, à vista e a pequena distância, de sinais ou mensagens....


ancólia | n. f.

Planta herbácea (Aquilegia vulgaris) da família das ranunculáceas, de talos compridos e finos, folhas pecioladas, flores pedunculadas concolores ou bicolores, de cor branca ou púrpura....


cupuaçu | n. m.

Árvore silvestre frutífera (Theobroma bicolor) da família das esterculiáceas, nativa da Amazónia....


cupuaçueiro | n. m.

Árvore silvestre frutífera (Theobroma bicolor) da família das esterculiáceas, nativa da Amazónia....


Árvore silvestre frutífera (Theobroma bicolor) da família das esterculiáceas, nativa da Amazónia....


acolejo | n. m.

Planta herbácea (Aquilegia vulgaris) da família das ranunculáceas, de talos compridos e finos, folhas pecioladas, flores pedunculadas concolores ou bicolores, de cor branca ou púrpura....


aquilégia | n. f.

Planta herbácea (Aquilegia vulgaris) da família das ranunculáceas, de talos compridos e finos, folhas pecioladas, flores pedunculadas concolores ou bicolores, de cor branca ou púrpura....


zaburro | n. m.

Espécie de sorgo avermelhado escuro (Sorghum bicolor)....


Planta herbácea (Aquilegia vulgaris) da família das ranunculáceas, de talos compridos e finos, folhas pecioladas, flores pedunculadas concolores ou bicolores, de cor branca ou púrpura....


Espécie de sorgo avermelhado escuro (Sorghum bicolor)....


Ave passeriforme (Pellorneum bicolor) da família dos pelorneídeos....


Ave passeriforme (Nigrita bicolor) da família dos estrildídeos....


Ave de rapina (Accipiter albogularis) da família dos accipitrídeos....


Ave passeriforme (Rhipidura javanica) da família dos ripidurídeos....


Ave passeriforme (Aethomyias nigrorufus) da família dos acantizídeos....



Dúvidas linguísticas



Tenho duas questões a colocar-vos, ambas directamente relacionadas com um programa televisivo sobre língua portuguesa que me impressionou bastante pela superficialidade e facilidade na análise dos problemas da língua. Gostaria de saber então a vossa avisada opinião sobre os seguintes tópicos: 1) no plural da palavra "líder" tem de haver obrigatoriamente a manutenção da qualidade da vogal E? 2) poderá considerar-se que a expressão "prédio em fase de acabamento" é um brasileirismo?
1) No plural da palavra líder, a qualidade da vogal postónica (isto é, da vogal que ocorre depois da sílaba tónica) pode ser algo problemática para alguns falantes.
Isto acontece porque, no português europeu, as vogais a, e e o geralmente não se reduzem foneticamente quando são vogais átonas seguidas de -r em final de palavra (ex.: a letra e de líder, lê-se [ɛ], como a letra e de pé e não como a de se), contrariamente aos contextos em que estão em posição final absoluta (ex.: a letra e de chave, lê-se [i], como a letra e de se e não como a de pé). No entanto, quando estas vogais deixam de estar em posição final de palavra (é o caso do plural líderes, ou de derivados como liderar ou liderança), já é possível fazer a elevação e centralização das vogais átonas, uma regularização muito comum no português, alterando assim a qualidade da vogal átona de [ɛ] para [i], como na alternância comédia > comediante ou pedra > pedrinha. Algumas palavras, porém, mantêm inalterada a qualidade vocálica mesmo em contexto átono (ex.: mestre > mestrado), apesar de se tratar de um fenómeno não regular. Por este motivo, as pronúncias líd[i]res ou líd[ɛ]res são possíveis e nenhuma delas pode ser considerada incorrecta; esta reflexão pode aplicar-se à flexão de outras palavras graves terminadas em -er, como cadáver, esfíncter, hambúrguer, pulôver ou uréter.

2) Não há qualquer motivo linguístico nem estatístico para considerar brasileirismo a expressão em fase de acabamento. Pesquisas em corpora e em motores de busca demonstram que a expressão em fase de acabamento tem, no português europeu, uma frequência muito semelhante a em fase de acabamentos.




Se a palavra maldade se refere à qualidade do que é mau, porque se escreve com l e não com u?
Maldade escreve-se com l porque tem origem na palavra latina malitas, -atis. Mau provém do latim malus através de um processo de síncope (no caso, queda do l intervocálico).

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