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    andejava-mos

    cabramo | n. m.

    Peia que vai do pé ao chifre do boi andejo....


    caminhador | adj. n. m.

    Que ou o que caminha muito sem se fatigar....


    andarejo | adj.

    Que anda muito, a passo; andejo....


    andável | adj. 2 g.

    Em que se pode andar....


    andador | n. m. | adj. n. m.

    Moço de recados....


    andarilho | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que anda muito, que vagueia....


    andadeiro | adj. n. m. | adj.

    Que ou quem anda muito....


    andeiro | adj. n. m.

    Que ou quem anda muito....


    andejo | adj. n. m. | adj.

    Que ou quem anda muito....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase dei de caras com um leão, qual a função sintáctica das expressões de caras e com um leão?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?