Significado de parcialíssima

    A forma parcialíssimaé [derivação feminino singular de parcialparcial].

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    parcialparcial
    ( par·ci·al

    par·ci·al

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    1. Relativo à parte de um todo ou que faz parte de um todo (ex.: pagamento parcial). = PARCELARCOMPLETO, TOTAL

    2. Que não é feito, não entra ou não figura na sua totalidade.COMPLETO, TOTAL

    3. Que só acontece numa parte ou por partes (ex.: funcionamento parcial; resultado parcial). = PARCELARCOMPLETO, TOTAL

    4. Que mostra preferência ou inclinação por um dos lados em causa, sem atender a critérios de justiça, verdade ou isenção. = FACCIOSO, PARTIDÁRIO, TENDENCIOSOIMPARCIAL, ISENTO

    adjectivo de dois géneros e nome masculinoadjetivo de dois géneros e nome masculino

    5. Que ou quem segue ou defende um partido ou uma forma de pensar. = CORRELIGIONÁRIO, PARTIDÁRIO, SECTÁRIO

    nome masculino

    6. [Desporto] [Esporte] Cada uma das partes em que se divide um jogo (ex.: a equipa venceu com os parciais de 25-23, 25-18, 19-25 e 25-19; o tenista revelou dificuldades no primeiro parcial).

    etimologiaOrigem:latim tardio partialis, -e, do latim pars, partis, parte.
    vistoPlural: parciais.
    iconPlural: parciais.

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    Esta palavra no dicionário

    De modo parcial (ex.: analisou parcialmente)....


    Que apresenta diferença total ou parcial na coloração de partes ou órgãos que geralmente têm a mesma cor (ex.: gato heterocromo)....


    amastia | n. f.

    Ausência total ou parcial de mamas....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "parcialíssima" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Qual o substantivo da família de estancar? No dicionário surge estancamento, no entanto encontro vários textos técnicos que referem estanqueidade. E estanquicidade, é a mesma coisa?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?