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nocturnamente

A forma nocturnamentepode ser [derivação de nocturnonoturnonoturno] ou [advérbio].

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nocturnamentenoturnamentenoturnamente
|òt| |òt| |òt|
( noc·tur·na·men·te no·tur·na·men·te

no·tur·na·men·te

)


advérbio

De modo nocturno.

etimologiaOrigem etimológica:nocturno + -mente.
sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: noturnamente.
sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: nocturnamente.
grafiaGrafia no Brasil:noturnamente.
grafiaGrafia em Portugal:nocturnamente.
nocturnonoturnonoturno
|òt| |òt| |òt|
( noc·tur·no no·tur·no

no·tur·no

)


adjectivoadjetivo

1. Da noite.

2. Que se faz ou sucede de noite.DIURNO

3. Noctívago.

4. [Botânica] [Botânica] Diz-se da flor que só abre de noite.DIURNO

5. [Zoologia] [Zoologia] Diz-se do animal que está activo sobretudo de noite (ex.: ave nocturna, mamífero nocturno).DIURNO

6. [Figurado] [Figurado] Que não mostra alegria. = MACAMBÚZIO, NOCTURNAL, TACITURNO, TRISTE


nome masculino

7. [Música] [Música] Sonata de carácter triste.

8. [Religião] [Religião] Parte do ofício das matinas.

etimologiaOrigem etimológica:latim nocturnus, -a, -um.
sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: noturno.
sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: nocturno.
grafiaGrafia no Brasil:noturno.
grafiaGrafia em Portugal:nocturno.


Dúvidas linguísticas



Pretendo saber como se lê a palavra ridículo. Há quem diga que se lê da forma que se escreve e há quem diga que se lê redículo. Assim como as palavras ministro e vizinho, onde também tenho a mesma dúvida.
A dissimilação, fenómeno fonético que torna diferentes dois ou mais segmentos fonéticos iguais ou semelhantes, é muito frequente em português europeu.

O caso da pronúncia do primeiro i não como o habitual [i] mas como [i] (idêntico à pronúncia de se ou de) na palavra ridículo é apenas um exemplo de dissimilação entre dois sons [i].

O mesmo fenómeno pode acontecer nos casos de civil, esquisito, feminino, Filipe, imbecilidade, medicina, militar, milímetro, ministro, príncipe, sacrifício, santificado, Virgílio, visita, vizinho (o segmento destacado é o que pode sofrer dissimilação), onde se pode verificar que a modificação nunca ocorre na vogal da sílaba tónica ou com acento secundário, mas nas vogais de sílabas átonas que sofrem enfraquecimento.

A este respeito, convém referir que alguns dicionários de língua portuguesa, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa (Verbo, 2001) ou o Grande Dicionário Língua Portuguesa (Porto Editora, 2004), apresentam transcrição fonética das palavras. Podemos verificar que nestas obras de referência, a transcrição não é uniforme. No dicionário da Academia das Ciências, estas palavras são transcritas de forma quase sistemática sem dissimilação, mas a palavra príncipe é transcrita como prínc[i]pe. No dicionário da Porto editora, algumas destas palavras são transcritas com e sem dissimilação, por esta ordem, como em feminino, medicina, militar, ministro ou vizinho, mas a palavra esquisito é transcrita com a forma sem dissimilação em primeiro lugar, enquanto as palavras civil, príncipe, sacrifício e visita são transcritas apenas sem dissimilação.

Em conclusão, nestes contextos, é possível encontrar no português europeu as duas pronúncias, com e sem dissimilação, sendo que em alguns casos parece mais rara e noutros não. A pronúncia destas e de outras palavras não obedece a critérios de correcção, pois não se trata de uma pronúncia correcta ou incorrecta, mas de variações de pronúncia relacionadas com o dialecto ou o sociolecto do falante. Assim, nos exemplos acima apresentados é igualmente correcta a pronúncia dos segmentos assinalados como [i] ou [i].




É correcto usar o termo enormíssimo?
A forma enormíssimo está correcta e corresponde ao grau superlativo absoluto sintético simples do adjectivo enorme.