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mágico

mágicomágico | adj. | n. m.
Será que queria dizer magico?
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má·gi·co má·gi·co


(latim magicus, -a, -um)
adjectivo
adjetivo

1. Relativo a magia.

2. Que acontece por magia, sem explicação. = FANTÁSTICO

3. Que encanta, seduz. = ENCANTADOR, FASCINANTE, MARAVILHOSO

nome masculino

4. Pessoa que pratica a magia. = BRUXO, FEITICEIRO, MAGO, NIGROMANTE

5. Pessoa que faz números de ilusionismo. = ILUSIONISTA, PRESTIDIGITADOR

6. [Figurado]   [Figurado]  Pessoa hipócrita. = FALSO, FINGIDO

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Dúvidas linguísticas


A minha questão é sobre a palavra transgénico, relativamente à alteração genética de vegetais e plantas. Como se diz correctamente?
A dúvida parece recair sobre a pronúncia do -s- na primeira sílaba da palavra transgénico. Se as sílabas fossem lidas pausadamente, a sua transcrição corresponderia a trans [trãZ] - ['] - ni [ni] - co [ku], o que originaria uma repetição do som [Z] (este símbolo representa o som da letra j em já ou judo, mas é também o som correspondente à letra s quando esta precede uma consoante sonora, como o som [Z]): [trãZ'ZÈniku]. No entanto, como o nosso sistema articulatório tem dificuldade em pronunciar duas consoantes idênticas seguidas, elas são fundidas num só som: [trã'ZÈniku].




Segundo o acordo ortográfico em vigor até 1990 escrever-se-á "ò mãe" e não "ó mãe", contrariamente à opinião generalizada. É correcto entender-se que o acordo de 1990 revoga o uso do acento grave na distinção das palavras homógrafas heterofónicas? Não encontro justificação no texto do acordo de 1990 para que o acento nesses casos passe de grave a agudo (ver Base XII).
O Acordo Ortográfico de 1945 (cf. Base XXIV) não permite escrever *ò mãe (o asterisco indica incorrecção), uma vez que a forma ò, à semelhança das contracções à ou às, mais usuais, só poderá ser contracção da preposição a com o artigo ou pronome o. Assim sendo, e não sendo gramatical a expressão *ao mãe, também não o será *ò mãe, sendo apenas possível utilizar a interjeição ó na expressão vocativa ó mãe. Este mesmo acordo prevê ainda o uso do acento grave nas contracções da preposição pra com o artigo ou pronome o e suas flexões (prò, prà, pròs, pràs).

A utilização do acento grave na distinção das palavras homógrafas heterofónicas (isto é, para distinguir palavras que se escrevem da mesma forma, mas têm pronúncias diferentes, como o substantivo aparte e a forma verbal aparte do verbo apartar) já tinha sido abolida com o texto de 1945 (cf. Base XXVI), apenas com pouquíssimas excepções: "quando importa diferençar por meio deste acento, normalmente indicativo de abertura vocálica, certas formas que estão em homografia com outras que lhes são etimologicamente paralelas. Deste modo se distinguem: àgora, interjeição de uso dialectal (Norte de Portugal), e agora, advérbio, conjunção e interjeição; ò, à, às, às, formas arcaicas do artigo definido, e o, a, os, as."

Não se trata, então, de uma alteração preconizada pelo texto do Acordo Ortográfico de 1990, mas sim de uma alteração anterior. O que acontece no Acordo de 1990 (cf. Base XII) é que este texto não prevê o uso de acentos graves, excepto nas contracções à, àquele, àquilo, àqueloutro e respectivas flexões, excluindo (mas apenas de forma implícita) o seu uso em outros casos como os referidos acima relativamente ao Acordo de 1945 (isto é, não está prevista a utilização do acento grave em formas como ò, prà, prò ou àgora).

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Palavra do dia

qui·cha·ça qui·cha·ça


(alteração de cachaça)
nome feminino

[Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]  Acto ou estado de quem repete ou mantém uma afirmação, uma acção ou um comportamento, sem desistir ou aceitar recusa. = CASMURRICE, OBSTINAÇÃO, TEIMA, TEIMOSIA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/m%C3%A1gico [consultado em 20-05-2022]