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interferis

A forma interferisé [segunda pessoa plural do presente do indicativo de interferirinterferir].

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interferirinterferir
( in·ter·fe·rir

in·ter·fe·rir

)
Conjugação:irregular.
Particípio:regular.


verbo intransitivo

1. Intervir.

2. [Física] [Física] Produzir interferência.

Auxiliares de tradução

Traduzir "interferis" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas


Qual o feminino de capataz? Isto porque tenho ouvido a palavra capataza quando se trata de uma mulher.
Por tradição lexicográfica, a palavra capataz vem registada em dicionários e vocabulários apenas como substantivo masculino, pelo facto de essa função ter sido ocupada maioritariamente por pessoas do sexo masculino. A forma capataza não surge registada em nenhuma obra de referência para o português. Assim, a palavra capataz poderá ser usada no masculino em relação a um referente de sexo feminino (ex.: Ela é o capataz da quinta) à semelhança de outros nomes em que o género da palavra não é igual ao sexo a que se refere (ex.: Ela é um bom garfo ou Ele é uma melga). Por outro lado, à semelhança do que tem acontecido com muitas profissões que hoje já não são exclusivamente desempenhadas por pessoas de sexo masculino, a palavra poderá ser usada como substantivo masculino e feminino (ex.: Ela é a capataz da quinta), como acontece em espanhol, língua de onde é originária a palavra.



Queria saber qual o significado da palavra quinestésicas e se essa palavra tem alguma coisa em comum, alguma relação com a palavra cinestésicas.
A palavra quinestésicas não se encontra averbada em nenhum dos dicionários de língua portuguesa por nós consultados; a forma consagrada é cinestésicas, feminino plural de cinestésico (não confundir com o parónimo cenestésico nem com o homófono sinestésico, “relativo a sinestesia”). A utilização do prefixo quine- em vez do canónico cine- (do grego kinéô ”pôr em movimento”) desrespeita regras etimológicas gerais de evolução do grego ao português, por intermédio do latim. De facto, como afirma José Inez Louro em O Grego Aplicado à Linguagem Científica (Porto, Editora Educação Nacional, 1940, p. 137), o k grego passou para latim e para português com a forma c, tanto antes de consoante como antes de vogal (ex.: cataclismo), mas em português tornou-se sibilante antes de e ou i (ex.: cena, ciclo). A grafia quine- resulta de influências linguísticas externas, no caso em apreço, dos termos ingleses kinesthetic (cinestésico) e kinesthesia (cinestesia), que mantêm uma relação mais próxima do grego.