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fungo

A forma fungopode ser [primeira pessoa singular do presente do indicativo de fungarfungar] ou [nome masculino].

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fungo1fungo1
( fun·go

fun·go

)
Imagem

BiologiaBiologia

Organismo eucariota, geralmente saprófito ou parasita, sem clorofila, cujas paredes celulares contêm quitina.


nome masculino

1. [Biologia] [Biologia] Organismo eucariota, geralmente saprófito ou parasita, sem clorofila, cujas paredes celulares contêm quitina.Imagem

2. [Botânica] [Botânica] O mesmo que cravagem.

3. Excrescência esponjosa na pele ou nas mucosas. = FUNGÃO

etimologiaOrigem etimológica:latim fungus, -i, cogumelo.
fungo2fungo2
( fun·go

fun·go

)


nome masculino

Acto ou efeito de fungar. = FUNGAÇÃO

etimologiaOrigem etimológica:derivação regressiva de fungar.
fungo3fungo3
( fun·go

fun·go

)


nome masculino

1. Fruto de Angola, semelhante à ameixa.

2. O mesmo que induna.

etimologiaOrigem etimológica:origem obscura.
fungarfungar
( fun·gar

fun·gar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo intransitivo

1. Sorver o ar pelo nariz com ruído.

2. Cheirar rapé.

3. [Informal, Figurado] [Informal, Figurado] Choramingar.

4. [Informal] [Informal] Resmungar.

5. [Informal] [Informal] Fazer ruído sibilante ao movimentar-se (ex.: a pedra arremessada fungou bem perto). = ZUNIR

6. [Informal] [Informal] Tocar mal um instrumento de sopro.

7. [Informal] [Informal] Cantarolar mal.


verbo transitivo

8. Absorver pelo nariz (ex.: fungar rapé). = CHEIRAR

etimologiaOrigem etimológica:origem duvidosa.

Auxiliares de tradução

Traduzir "fungo" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



A minha dúvida é a respeito da etimologia de determinadas palavras cuja raiz é de origem latina, por ex. bondade, sensibilidade, depressão, etc. No Dicionário Priberam elas aparecem com a terminação nominativa mas noutros dicionários parece-me que estão na terminação ablativa e não nominativa. Gostaria que me esclarecessem.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa regista, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas que são normalmente enunciadas na forma do nominativo, seguida do genitivo: bonitas, bonitatis (ou bonitas, -atis); sensibilitas, sensibilitatis (ou sensibilitas, -atis) e depressio, depressionis (ou depressio, -onis).

Noutros dicionários gerais de língua portuguesa, é muito usual o registo da etimologia latina através da forma do acusativo sem a desinência -m (não se trata, como à primeira vista pode parecer, do ablativo). Isto acontece por ser o acusativo o caso lexicogénico, isto é, o caso latino que deu origem à maioria das palavras do português, e por, na evolução do latim para o português, o -m da desinência acusativa ter invariavelmente desaparecido. Assim, alguns dicionários registam, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas bonitate, sensibilitate e depressione, que foram extrapoladas, respectivamente, dos acusativos bonitatem, sensibilitatem e depressionem.

Esta opção de apresentar o acusativo apocopado pode causar alguma perplexidade nos consulentes dos dicionários, que depois não encontram estas formas em dicionários de latim. Alguns dicionários optam por assinalar a queda do -m, colocando um hífen no final do étimo latino (ex.: bonitate-, sensibilitate-, depressione-). Outros, mais raros, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa optaram por enunciar os étimos latinos (ex.: bonitas, -atis; sensibilitas, -atis, depressio, -onis), não os apresentando como a maioria dos dicionários; o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa não enuncia o étimo latino dos verbos, referenciando apenas a forma do infinitivo (ex.: fazer < facere; sentir < sentire).




Numa frase em que se queira dizer para não continuar ou não voltar a ser escravo/servo de algo ou alguém, está correto "não sirvamos mais o.." ou "não sirvamos mais ao..."? Que opção está correta e porquê?
De acordo com o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa ou com o Novo Dicionário Aurélio, o verbo servir, nas acepções “trabalhar como servo”, “fazer de criado” ou “prestar serviços ou trabalhar como empregado”, pode ser transitivo indirecto, isto é, selecciona argumentos iniciados por preposição (ex.: deixou de servir àquela família), transitivo directo, isto é, selecciona objectos directos não iniciados por preposição (ex.: serviu a família durante 20 anos) e intransitivo, isto é, admite construções sem complemento nominal (ex.: ele estava ali para servir). Assim sendo, ambas as construções que refere podem ser consideradas correctas.