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fluctuat nec mergitur

fluctuat nec mergiturfluctuat nec mergitur | loc.
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fluctuat nec mergitur


(locução latina que significa "flutua, mas não se afunda")
locução

Divisa da cidade de Paris que tem por emblema um navio.

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, para que a família não soçobre ainda mais enquanto tenta manter-se à tona. Mergitur nec Fluctuat . Até quando, não sei. Sei que o carteiro era, para mim, uma figura arquetipal tão importante como todos os meus outros heróis da infância, desde os bombeiros de Armamar (quem se lembra levante o braço) até

Em A Caverna Obscura

século III antes da era cristã, se instalou numa ilha do Sena e deu com isso nome à futura capital francesa. Por outro lado, é certo que o emblema da cidade de Paris e sua divisa ( fluctuat nec mergitur : ele – o navio parisiense – é sacudido pelas ondas, mas não afunda) lembram as viagens de Ísis em busca

Em divagacoesligeiras.blogs.sapo.pt

FRANÇA Paris Paris Ville de Paris — Comuna francesa — Do topo, em sentido horário: Pirâmide do Louvre ; Arco do Triunfo ; vista de La Défense ; panorama urbano de Paris com o rio Sena , a Ponte das Artes e a Torre Eiffel . Bandeira Brasão de armas lema Fluctuat nec mergitur ("é sacudida pelas ondas

Em inforblogue.blogs.sapo.pt

enquanto tenta manter-se à tona. Mergitur nec Fluctuat . Até quando, não sei. Sei que o carteiro era, para mim, uma figura arquetipal tão importante como todos os meus outros heróis da infância, desde os bombeiros de Armamar (quem se lembra levante o braço) até ao anónimo de Tian Nan Men. E agora é a pessoa

Em estadosentido

referir-se também ao Cardeal francês? Porque o brasão de Paris, que representa a França, além de ter uma barca, tem a divisa “ Fluctuat nec mergitur ” – “Flutua e não submerge”. E este purpurado ainda tem Pedro no nome e seu brasão cadinalício tem, “em ponta, uma faixa ondada”, representativa, na Heráldica

Em Blog do Paulinho (arquivo)
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Dúvidas linguísticas


Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?
A Priberam Informática não pretende responder especificamente a perguntas do Campeonato Nacional da Língua Portuguesa, mas apenas a dúvidas linguísticas que lhe são colocadas e que são consideradas pertinentes, sendo as respostas redigidas tendo em conta a clareza e a concisão para os utilizadores.

As concordâncias são um caso problemático no português, como deixam claro Telmo Móia e João Peres no capítulo 7 de Áreas Críticas do Português (Caminho, 1995), e o caso em questão, aquele grupo de jovens, parece fazer parte de um conjunto de expressões formadas por um nome (como grupo ou conjunto) que, combinado com outro, “permitem referir colecções de objectos, sem as quantificarem” (Móia e Peres, p. 471). Esta reflexão parece mostrar que este grupo difere um pouco das expressões partitivas (como parte, porção ou maioria) que referem Celso Cunha e Lindley Cintra na Nova Gramática do Português Contemporâneo (Edições João Sá da Costa, 1998, p. 496). No entanto, tanto num caso como noutro, a construção mais neutra deveria corresponder a uma unidade, ao todo, isto é, pegando no texto de Cunha e Cintra ("Deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo."), o plural parece ser uma maneira de modalizar o discurso, dando-lhe um matiz menos neutro, enfatizando, na unidade, os seus elementos constituintes. Vemos como estas construções são problemáticas quando comparadas, por exemplo, com um grupo nominal como carro das mercadorias, onde não hesitaríamos (ou hesitaríamos menos) em identificá-lo como uma unidade, com a correspondente flexão do verbo que se lhe seguisse (O carro das mercadorias entrou na rua). Por este motivo reiteramos as nossas observações da resposta concordâncias (I).

No que diz respeito à concordância do pronome pessoal os em Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontrou perto da discoteca, onde o Diogo os aguardava, pode dizer-se que, sendo um pronome pessoal, deve concordar com o seu antecedente, mas este antecedente não tem necessariamente de ser o sujeito da frase. Retomando um exemplo acima (O carro das mercadorias entrou na rua) podemos adaptá-lo a uma construção afim em que a concordância é possível com qualquer dos antecedentes (O carro das mercadorias entrou na rua, onde o comerciante as/o aguardava). São estas concordâncias possíveis com mais de um antecedente que por vezes tornam as frases ambíguas.

Relativamente à sua questão sobre onde e aonde, por favor consulte a resposta onde / aonde.

Sem qualquer crítica ao referido campeonato, podemos no entanto observar que a maioria das questões problemáticas da língua não se adequa a respostas apenas com dois valores, como sim/não ou correcto/incorrecto, pois contém uma complexidade que as ultrapassa.




Estou com a seguinte dúvida: sucro-alcooleira é com hífen ou sem (sucroalcooleira). Qual é a forma correta, pois não a acho em nenhum dicionário?
A palavra sucroalcooleiro encontra-se registada, sem hífen, em alguns dicionários de língua portuguesa, nomeadamente no Dicionário Priberam, com os sentidos “que é relativo ao álcool e ao açúcar” ou “que produz álcool e açúcar”.
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Palavra do dia

es·pa·di·ci·flo·ro |ó|es·pa·di·ci·flo·ro |ó|


(espadice + -floro)
adjectivo
adjetivo

[Botânica]   [Botânica]  Diz-se da planta cuja inflorescência é a espadice.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/fluctuat%20nec%20mergitur [consultado em 07-12-2021]