Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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felix qui potuit rerum cognoscere causasfelix qui potuit rerum cognoscere causas | loc.
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felix qui potuit rerum cognoscere causas
(locução latina que significa "feliz aquele que pôde perscrutar as causas das coisas")
locução

Versos de Virgílio, celebrando a felicidade dos espíritos superiores, que penetram os arcanos da Natureza e descobrem as causas íntimas dos fenómenos.

Fonte: Virgílio, Geórgicas, II, 489.
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Dúvidas linguísticas


Gostaria de saber qual a conjugação correcta: ver-nos-emos ou veremo-nos, ou as duas?
A forma correcta de escrever o verbo ver no futuro do indicativo com o clítico nos é ver-nos-emos (no português do Brasil, fora da norma culta, é mais frequente a colocação do pronome clítico antes do verbo, pelo que o mais usual será nos veremos).

A grafia *veremo-nos está incorrecta, pois, ao contrário dos outros tempos verbais, o futuro do indicativo e o condicional, também chamado futuro do pretérito, obrigam à colocação do pronome clítico entre o radical do verbo (ex.: ver-) e a terminação que indica o tempo verbal e a pessoa gramatical (ex.: -emos). Assim sendo, a forma correcta é ver-nos-emos no futuro (ex.: ver-nos-emos quando eu regressar) e ver-nos-íamos no condicional (ex.: ver-nos-íamos obrigados a subir o preço).

É de notar que a reflexão acima não se aplica se houver alguma palavra ou partícula que provoque a próclise do clítico, isto é, a sua colocação antes do verbo (ex.: só nos veremos quando eu regressar, não nos veríamos obrigados a subir o preço).




Negocia ou negoceia? Em português de Portugal, a 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo é negocia ou negoceia? Aprendi na escola (portuguesa) e sempre disse negoceia e qual o meu espanto que aqui, na Priberam, aparece o vocábulo negocia na conjugação do verbo. Como no corrector de português de Portugal a expressão Ele negocia não apresenta erro, deduzo que as duas formas estarão correctas. Se por aqui, no Brasil, o termo usado é negocia, pergunto qual o termo que um português deve aplicar.
No português de Portugal é aceite a dupla conjugação do verbo negociar nas formas do presente do indicativo (negocio/negoceio, negocias/negoceias, negocia/negoceia, negociam/negoceiam), do presente do conjuntivo (negocie/negoceie, negocies/negoceies, negocie/negoceie, negociem/negoceiem) e do imperativo (negocia/negoceia, negocie/negoceie, negociem/negoceiem), ao contrário do português do Brasil, que apenas permite a conjugação com a vogal temática -i- e não com o ditongo -ei- (negocio, negocias, etc.).

A mesma diferença de conjugação entre as duas normas do português (europeia e brasileira) apresentam os verbos derivados de negociar (desnegociar, renegociar), bem como os verbos agenciar, cadenciar, comerciar, diligenciar, licenciar, obsequiar e premiar.

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Palavra do dia

cha·za·da |chà| cha·za·da |chà|
(chá + -z- + -ada)
substantivo feminino

1. [Informal]   [Informal]  Chá em abundância.

2. Refeição em que se toma chá.

3. Porção de chá.

4. [Informal]   [Informal]  Acto de repreender com severidade. = CHÁ, DESCOMPOSTURA, REPRIMENDA

5. [Informal]   [Informal]  Coisa desinteressante ou aborrecida.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/felix+qui+potuit+rerum+cognoscere+causas [consultado em 15-12-2019]