Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub

pub
feedbackfeedback | s. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

feedback |fidebéque|
(palavra inglesa)
substantivo masculino

1. Retroacção das correcções e regulações de um sistema de informações sobre o centro de comando do sistema; acção exercida sobre as causas de um fenómeno pelo próprio fenómeno.

2. Reacção a alguma coisa. = RESPOSTA, RETORNO

Nota: também se escreve com hífen: feed-back.
pub

Auxiliares de tradução

Traduzir "feedback" para: Espanhol | Francês | Inglês

Parecidas

Palavras vizinhas

Esta palavra em blogues

Ver mais
Blogues do SAPO

Esta palavra no Twitter

Dúvidas linguísticas


De acordo com as regras de colocação pronominal, usa-se próclise após advérbios e ênclise após gerúndios, sem o EM. Sendo assim, como ficaria a frase: quase o arrastando ou quase arrastando-o?
No português de Portugal, se não houver algo que atraia o clítico para outra posição, a posição padrão é a ênclise, isto é, a colocação do clítico depois do verbo (ex.: Ele arrastou-o).

Para o português do Brasil, a posição padrão é a próclise, isto é, a colocação do clítico antes do verbo (ex.: Ele o arrastou).

Tanto na norma de Portugal, como na norma do Brasil, a maioria dos advérbios e das preposições têm a propriedade de atrair o clítico, motivo pelo qual, com a utilização do gerúndio antecedido da preposição em ou do advérbio quase, o clítico é habitualmente colocado antes da forma verbal (ex.: em o arrastando; quase o arrastando).




É correto iniciar uma frase de um parágrafo com a palavra portanto?
A palavra portanto é uma conjunção que se usa para ligar frases coordenadas, iniciando uma oração que exprime a consequência da outra expressa anteriormente (ex.: Não tinha nada em casa para comer, portanto teria de ir jantar fora.). De entre as conjunções ou locuções conjuncionais coordenativas, logo, por conseguinte e portanto podem variar de posição, “conforme o ritmo, a entoação ou a harmonia da frase”1, pelo que não tem de haver um uso exclusivo daquelas conjunções entre duas orações. Estas conjunções coordenativas, tal como algumas outras, podem iniciar frases, retomando assim o que foi expresso no enunciado anterior (ex.: Ela esperava. Mas as horas passavam e o seu pai nunca mais chegava. / Não estava ninguém na loja. Portanto teria de esperar mais umas horas ou voltar no dia seguinte.).

Há, no entanto, outras conjunções, como a coordenativa copulativa e (ex.: Tinha comido cerejas e pêssegos.) e a coordenativa disjuntiva ou (ex.: Queres ou não saber o que aconteceu?), cujo uso em início de frase, num registo escrito e mais cuidado, é geralmente desaconselhado, por possuírem uma função conectiva muito marcada. Porém, por necessidades expressivas ou por motivos literários, essas conjunções podem ocorrer no começo de frases (ex.: Havia tartes! E bolos! E gelados! E tantas outras sobremesas!).


1 Cunha, Celso, Lindley Cintra, Nova Gramática do Português, 14.ª ed., Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, p. 578

pub

Palavra do dia

su·bóp·ti·mo |ót| su·bó·ti·mo su·bó·ti·mo
(latim optimus, -a, -um, superlativo de bonus, -a, -um, bom)
adjectivo
adjetivo

Que não atinge a mais alta qualidade; que corresponde a um padrão abaixo de óptimo (ex.: o desempenho ainda está num nível subóptimo).


• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: subótimo.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: subóptimo.


• Grafia no Brasil: subótimo.

• Grafia em Portugal: subóptimo.
pub

Mais pesquisadas do dia

Siga-nos



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/feedback [consultado em 27-06-2019]