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fato-macaco

fato-macacofato-macaco | n. m.
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fa·to·-ma·ca·co fa·to·-ma·ca·co


nome masculino

[Portugal]   [Portugal]  Peça de vestuário inteiriço que cobre o corpo e os membros (ex.: fato-macaco de trabalho). = MACACÃO

Plural: fatos-macaco ou fatos-macacos.Plural: fatos-macaco ou fatos-macacos.
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civil. Usava um fato-macaco verde, uma camisola cinzenta com capuz e uma máscara de gás. As autoridades informaram a CNN e a Associated Press, já no final da noite, que conseguiram identificar uma “ pessoa de interesse “, após encontrarem um cartão de crédito no local do tiroteio. O cartão foi utilizado

Em VISEU, terra de Viriato.

, os leceiros foram quem criaram as melhores oportunidades na primeira parte. Este foi um dos jogos menos esclarecidos do Leça, onde a equipa teve que vestir a pele do fato macaco , pois não conseguiu mostrar o futebol que tanto pretendia e por vezes falhava passes e por vezes em profundidade, os

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onde apareceram Tiago Carvalho e Ricardo Carvalho em frente ao guarda-redes e Tiago assiste Ricardo para o golo. O Aldeia Nova teve que vestir a pele de fato-macaco para garantir os três pontos. O Aldeia Nova primeiro classificado com 46 pontos vai ao terreno do Perafita em dérbi matosinhense no

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considerável na coluna de controle para neutralizar o estabilizador emperrado que forçava o nariz do avião para baixo (Os motores elétricos que controlam o estabilizador também foram desligados). Mas o problema não eram os motores elétricos. O verdadeiro problema era com o parafuso de macaco - um parafuso de

Em NOTÍCIAS SOBRE AVIAÇÃO AVIATION NEWS

decifrar! Contudo, naquele dia 22 de maio, como chegou a casa, vindo do quartel de Infantaria 1, da Amadora, sua unidade mobilizadora, o seu vestuário (?!) era mais condizente com a condição de um desgraçado, um dos piores sem-abrigo do que um soldado que defendeu a Pátria, lá bem longe… Trazia um fato-macaco

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Dúvidas linguísticas


No programa de hoje da R.T.P. " Bom Dia Portugal" na rubrica "Em bom português", questiona-se se deve dizer: duzentas gramas ou duzentos gramas? Afirma-se que a resposta correcta é: "duzentos gramas" porque grama é um submúltiplo do quilograma. Ora, eu tenho apenas a quarta classe do ensino primário de 1951, mas nesse tempo aprendi que grama, metro, caloria, etc. são unidades e quilograma, quilómetro, quilocaloria, etc, são múltiplos com mil unidades. Como gosto de falar o melhor Português, (dentro das minhas limitações literárias) gostaria de obter uma explicação, mais convincente ou de saber se, pela mesma razão, deve dizer-se "duzentos calorias"?
De facto, o argumento referido é pouco claro. O motivo por que a resposta é "duzentos gramas" é porque grama, enquanto unidade de medida, é um substantivo masculino, como pode verificar seguindo a hiperligação para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. É por essa razão que quilograma, formado pela junção do prefixo quilo- ao substantivo grama, é masculino, e não o contrário.



Queria perguntar-vos sobre a utilização de em ou no/na antes de nos referirmos a lugares. Porque dizemos no Porto mas não na Lisboa? Porque tanto se diz na França como em França? Existe alguma regra para a utilização ou não de artigo definido (e respectivas contracções) quando nos queremos referir a um local? Por exemplo: porquê dizer fui ao Funchal e não fui a Funchal?
O uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (isto é, nomes próprios que designam lugares geográficos) não corresponde a uma regra rígida na língua portuguesa. As indicações dadas por gramáticas e prontuários são em geral fluidas e por vezes contraditórias, pelo que as respostas a questões relacionadas com este assunto raramente podem ser peremptórias.

Na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, pp. 228-231), são elencadas algumas indicações para o uso ou não do artigo definido com nomes geográficos.

Preconiza-se nomeadamente o uso de artigo antes de nomes de “países, regiões, continentes, montanhas, vulcões, desertos, constelações, rios, lagos, oceanos, mares e grupos de ilhas” (ex.: a Suíça, a Escandinávia, a Europa, o Pico, o Etna, o Sara, o Centauro, o Guadiana, o Tanganica, o Índico, o Adriático, as Baleares), mas facilmente um falante se lembrará de muitos contra-exemplos para estas indicações (a própria gramática lista alguns deles: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor, Andorra, Israel, São Salvador, Aragão, Castela, Leão).

Do mesmo modo se indica que não se usa geralmente o artigo definido “com os nomes de cidades, de localidades e da maioria das ilhas”, mas logo se apresentam contra-exemplos, nomeadamente os casos de nomes de cidades e localidades que derivam de um substantivo comum (a Guarda, o Porto, o Rio de Janeiro, a Figueira da Foz).

Estas indicações gerais são úteis e correspondem provavelmente à maioria dos casos, mas os muitos casos que as contrariam (é significativa a lista de excepções ou contra-exemplos que as gramáticas apresentam) tornam a decisão de empregar ou não o artigo quase dependente de cada topónimo e da experiência linguística do falante.

Há ainda casos de topónimos como Espanha, França, Itália, Inglaterra ou Chipre em que é oscilante o uso ou não de artigo (ex.: foi viver para (a) Espanha).

O topónimo Funchal é usado sobretudo precedido de artigo (ex.: viajo amanhã para o Funchal; estou no [= em + o] Funchal; vou ao [= a + o] Funchal) e poderá incluir-se na categoria de nomes de cidades ou localidades “que se formaram de substantivos comuns” (CUNHA e CINTRA, p. 230).

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Palavra do dia

pi·na·co·te·ca |é|pi·na·co·te·ca |é|


(latim pinacotheca, -ae, do grego pinakothêke, -és)
nome feminino

1. Museu de obras de pintura.

2. Colecção de obras de pintura.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/fato-macaco [consultado em 18-05-2022]