Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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masc. pl. de estoreestore
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es·to·re es·to·re
(francês store)
nome masculino

1. Cortina móvel para janelas ou carruagens. = CORREDIÇA

2. Conjunto de lâminas de madeira, metal ou plástico, colocado geralmente do lado de fora de janelas e portas, que serve para escurecer um espaço.Ver imagem = PERSIANA

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Dúvidas linguísticas


Em conversa com amigos ouvi alguém dizer que avestruz é um nome masculino "o avestruz". Numa pesquisa na net confirmei que realmente é masculino mas em Portugal tem a designação no feminino " a avestruz". Poderiam por favor elucidar-me nesta questão?
O vocábulo português avestruz provém do substantivo masculino espanhol avestruz. Por sua vez, o vocábulo espanhol deriva de ave + estrutz, termo occitano proveniente do latim struthio,-onis, também masculino, e este do grego strouthíon, -onos, redução de strouthokámelos (de strouthós “pardal” + kámelos “camelo”), vocábulo masculino e feminino.

A generalidade dos dicionários e vocabulários de língua portuguesa consultados (Vocabulário da Língua Portuguesa, Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa, Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, etc.) regista avestruz como palavra masculina ou feminina (este avestruz ou esta avestruz). As excepções parecem ser a obra brasileira Dicionário de Usos do Português do Brasil (São Paulo: Editora Ática, 2002), que regista avestruz apenas como substantivo masculino, e a obra portuguesa Novo Grande Dicionário da Língua Portuguesa Conforme Acordo Ortográfico (Lisboa: Texto Editores, 2007), que regista avestruz apenas como substantivo feminino.

Pesquisas em corpora e em motores de pesquisa da Internet revelam que, apesar de o género masculino (o avestruz) ser mais usado no português do Brasil e de o género feminino (a avestruz) ser mais comum no português europeu, há ocorrências consideráveis deste substantivo nos dois géneros em páginas portuguesas e brasileiras.




Se, de fato, o novo acordo ortográfico dos países de língua portuguesa começar a vigorar, no qual será extinto o trema (¨), como saberemos a pronúncia correta do "QUE" em certa palavras como seqüestro, onde o "U" é pronunciado, e querida, onde não é.
A ortografia é um conjunto de regras convencionadas, e, como tal, é artificial e às vezes “pouco amiga do utilizador”. O mais das vezes, é o utilizador da língua que mais lê e mais consulta obras de referência, como dicionários, prontuários e afins, que melhor conhece essas regras e que melhor escreve. No caso do trema, a sua utilização parece resolver alguns problemas, mas pode criar outros, sobretudo na aprendizagem da pronúncia a partir da escrita.

Sendo o trema um sinal ortográfico convencionado para assinalar que uma vogal não forma ditongo com outra vogal que está imediatamente antes ou depois, no português do Brasil, este sinal usa-se apenas sobre o -u- nos grupos de letras güe, güi, qüe ou qüi, para indicar que o -u- é também lido (se o -u- for tónico, em vez de um trema usa-se um acento agudo, ex.: averigúe). Mas esta regra cria também casos em que há várias grafias possíveis (como nas grafias de sangüinário/sanguinário), quando há pronúncias alternativas possíveis, o que pode criar dúvidas nos falantes.

A abolição do trema com a entrada em vigor do novo acordo ortográfico será uma questão de habituação, como para muitas outras convenções ortográficas (por exemplo, em 1945 em Portugal e em 1971 no Brasil, a abolição de distinção ortográfica com acento circunflexo diferencial em palavras como acerto [verbo] / acêrto [substantivo]), pois os utilizadores da língua ou já conhecem as palavras ou consultam obras de referência (recorde-se que o trema no português de Portugal foi instituído em 1920 e suprimido em 1945, excepto em nomes estrangeiros e seus derivados, e que isso não constringe os falantes).

Esta reflexão é particularmente pertinente se tivermos em conta que no português do Brasil, em 1971, o trema já havia sido abolido nos hiatos átonos, onde tinha a mesma função de assinalar que uma vogal não forma ditongo com a anterior. Por exemplo, em agauchar, arcaizante, juizinho, paraibano, proibição, reunião, sauval, viuvez, entre muitas outras palavras, estamos perante hiatos (isto é, grupos de duas vogais que não formam ditongo, logo pertencem a sílabas diferentes), grafados sem trema, para cuja correcta pronúncia (do ponto de vista etimológico, pelo menos) será necessário conhecer a palavra ou a sua etimologia (ex.: agauchar < gcho), consultar um dicionário que tenha essa informação (por exemplo, o Dicionário Houaiss ou o Dicionário Aurélio têm pequenas indicações de ortoépia) ou perguntar a quem sabe (que é o que fazem geralmente as crianças ou os estudantes de português).

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Palavra do dia

me·nar·ca me·nar·ca
(grego men, menós, mês + grego arkhê, -ês, começo, origem)
nome feminino

[Fisiologia]   [Fisiologia]  Primeira menstruação (ex.: menarca aos 11 anos e coitarca aos 19 anos).

Confrontar: monarca.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/estores [consultado em 05-07-2020]