Significado de escutara-se-mo

    A forma escutara-se-mopode ser [primeira pessoa singular do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de escutarescutar] ou [terceira pessoa singular do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de escutarescutar].

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    escutarescutar
    ( es·cu·tar

    es·cu·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Prestar o ouvido a; ouvir com atenção.

    2. Tornar-se atento para ouvir. = ATENTAR

    3. Ouvir secretamente. = ESPIAR

    verbo transitivo

    4. [Informal] [Informal] [Medicina] [Medicina] Aplicar o ouvido ou o estetoscópio para inspecionar o funcionamento dos órgãos pelos ruídos produzidos; proceder à auscultação de. = AUSCULTAR

    5. Dar atenção ou crédito a (ex.: sempre escutou os conselhos da avó). = DAR OUVIDOS

    6. Deixar-se guiar por algo.

    etimologiaOrigem:latim ausculto, -are.

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    iconeConfrontar: escrutar.

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    Esta palavra no dicionário

    rebelão | adj.

    Diz-se do cavalo que não obedece ao freio....


    escota | n. f.

    Cabo com que se governam as velas....


    acroase | n. f.

    Impossibilidade de compreensão sem explicações....


    lounge | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Átrio, sala de estar ou zona destinada a espera ou descontração, geralmente dotada de assentos confortáveis....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?