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endoenças

endoençasendoenças | n. f. pl.
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en·do·en·ças en·do·en·ças


(latim [dies] indulgentiae, dias de perdão, dias de concessão de indulgências)
nome feminino plural

[Religião]   [Religião]  Conjunto dos ofícios religiosos da Quinta-Feira Santa. (Geralmente com inicial maiúscula.)

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Dúvidas linguísticas


Deve-se escrever colete em seda vermelha ou colete em seda vermelho?
As duas possibilidades estão correctas; na primeira o adjectivo vermelho qualifica e concorda com o substantivo feminino seda, enquanto na segunda qualifica e concorda com o substantivo masculino colete.



Agradecia que me dessem a vossa opinião quanto à classificação sintáctica da oração e não sei quem é que se encontra nos seguintes versos pessoanos: "É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe".
De acordo com o espólio do heterónimo pessoano Alberto Caeiro, disponibilizado on-line pela Biblioteca Nacional, o verso do poema "É noite" é ligeiramente diferente: "É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, // Atrai-me só por essa luz visitada de longe". Na expressão e que não sei quem é estão contidas duas orações: a primeira é uma oração subordinante (e que não sei) cujo verbo (saber) necessita de um complemento directo obrigatório que corresponde à segunda oração (quem é), que pode ser classificada como subordinada substantiva completiva.

A frase é complexa e a oração subordinante (e que não sei) deste pequeno excerto da frase, no âmbito dos versos transcritos (É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe), é também uma oração subordinada relativa restritiva coordenada a outra da mesma natureza.

Para clarificar a divisão de orações, procedemos em seguida à classificação de todas as orações contidas nos dois versos de Alberto Caeiro e respectivas funções sintácticas (é de sublinhar que uma oração subordinada pode conter várias orações e dentro dela pode haver uma oração subordinante em relação às que dela dependem):
1. [É curioso] oração subordinante.
2. [que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe] oração subordinada completiva com função de sujeito (este sujeito frásico não é muito evidente, mas pode ser testado com a concordância verbal; ex.: isso é curioso; essas coisas são curiosas).

2.1 [que toda a vida do indivíduo atrai-me só por essa luz visitada de longe] oração subordinante (relativamente às orações que dela dependem).
2.1.1 [que ali mora] oração subordinada relativa restritiva (isto é, fornece informação que restringe o antecedente indivíduo).
2.1.2 [e que não sei quem é] oração subordinada relativa explicativa (isto é, fornece informação adicional sobre o antecedente indivíduo) coordenada à oração relativa restritiva.
2.1.2.1 [e que não sei] oração subordinante (relativamente à oração que dela depende).
2.1.2.2 [quem é] oração subordinada completiva com função de complemento directo.

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Palavra do dia

so·pi·tar so·pi·tar

- ConjugarConjugar

(latim vulgar *sopitare, do latim sopitus, -a, -um, particípio passado de sopio, -ire, adormecer, entorpecer, extinguir)
verbo transitivo

1. Fazer dormir; provocar sono ou dormência em. = ADORMECER, ADORMENTAR, SOPORIZAR

2. Tornar mais calmo, mais suave ou menos intenso (ex.: conseguiu sopitar a ira que sentia). = ABRANDAR, ACALMAR, SUAVIZARINTENSIFICAR

3. Não deixar que algo se manifeste (ex.: sopitar uma revolta). = REFREAR, REPRIMIR

4. Quebrar as forças. = ABATER, DEBILITAR, ENFRAQUECERFORTALECER

5. Embalar com promessas ou com esperanças.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/endoen%C3%A7as [consultado em 22-10-2021]