Significado de encaracolava-se

    A forma encaracolava-sepode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de encaracolarencaracolar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de encaracolarencaracolar].

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    encaracolarencaracolar
    ( en·ca·ra·co·lar

    en·ca·ra·co·lar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Dar a forma de caracol a.

    verbo intransitivo e pronominal

    2. Enroscar-se ou enrolar-se em espiral.

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    Esta palavra no dicionário

    Que tem a forma de caracol; torcido em espiral....


    euplócamo | adj. | n. m.

    De cabelo fino encaracolado ou ondulado....


    fox terrier | n. m. | n. 2 g.

    Designação comum a duas raças de cães médios ou pequenos, de comportamento vivaz, intrépido e sociável, cabeça fina e alongada, orelhas pequenas parcialmente descaídas, cauda curta, pelagem rugosa e encaracolada ou suave e lisa, predominantemente branca com manchas negras ou castanhas....


    tissagem | n. f.

    Cabelo postiço que se costura no cabelo entrançado rente ao couro cabeludo (ex.: tissagem encaracolada; venda de tissagens sintéticas e naturais)....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?