Significado de empresava-vo-lo

    A forma empresava-vo-lopode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de empresarempresar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de empresarempresar].

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    empresarempresar
    ( em·pre·sar

    em·pre·sar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    O mesmo que represar.

    etimologiaOrigem:em- + preso + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    confiante | adj. 2 g.

    Que confia (ex.: estava confiante de que a empresa iria ter lucro)....


    inobstante | prep.

    Indica oposição a uma outra ideia exposta, mas que não é impeditiva (ex.: a empresa, inobstante ter sido mal avaliada nesse critério, não reclamou da avaliação)....


    V. | abrev.

    Abreviatura de Vosso ou Vossa (ex.: V. Ex.ª; trata-se da imagem da V. empresa)....


    Numa peça de teatro, intervenção de um ente sobrenatural que, por meio de um maquinismo, baixa sobre a cena....


    incluindo | prep.

    Usa-se para introduzir algo que faz parte de um grupo ou de um todo (ex.: participam no evento várias entidades, incluindo pequenas e médias empresas)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "empresava-vo-lo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
      Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?