Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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else

Palavra não encontrada. Se procurava uma das palavras seguintes, clique nela para consultar a sua definição.
Elsa
elai
elei (norma europeia, na grafia pós-Acordo Ortográfico)
elepê (norma brasileira)
Elis (norma brasileira)

Caso a palavra que procura não seja nenhuma das apresentadas acima, sugira-nos a sua inclusão no dicionário.
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Dúvidas linguísticas


Porque escrevemos Henrique com um r e não dois rr? Qual a regra?
A ortografia é um conjunto de regras convencionadas e, na maioria das vezes, é o utilizador da língua que mais lê e mais consulta obras de referência, como dicionários, prontuários e afins, que melhor conhece essas regras e que melhor escreve. Há, no entanto, algumas indicações úteis, no caso da letra r:

a) O erre simples (r) representa o som [R] (consoante vibrante velar) em início de palavra (ex.: rasar, régua, rua), a seguir a uma vogal nasal (ex.: Henrique, honra, tenro), ou em início de sílaba a seguir a uma consoante (ex.: israelita, melro).

b) O erre simples (r) representa o som [r] (consoante vibrante alveolar) em contexto intervocálico, antecedido de vogal oral (ex.: cara, puro), nos grupos consonânticos br, cr, dr, fr, gr, pr, tr e vr (ex.: abrir, credo, coldre, fraco, grua, imprimir, latrina, nevrose), ou em final de sílaba (ex.: cargo, partir, querer, surto); o erre simples nunca representa o som [r] em início de palavra.

c) O erre dobrado (rr) representa sempre o som [R] e apenas em contextos intervocálicos (ex.: barra, errado, mirra, socorro, urro), nunca em início de palavra ou depois de consoante.




É correto iniciar uma frase de um parágrafo com a palavra portanto?
A palavra portanto é uma conjunção que se usa para ligar frases coordenadas, iniciando uma oração que exprime a consequência da outra expressa anteriormente (ex.: Não tinha nada em casa para comer, portanto teria de ir jantar fora.). De entre as conjunções ou locuções conjuncionais coordenativas, logo, por conseguinte e portanto podem variar de posição, “conforme o ritmo, a entoação ou a harmonia da frase”1, pelo que não tem de haver um uso exclusivo daquelas conjunções entre duas orações. Estas conjunções coordenativas, tal como algumas outras, podem iniciar frases, retomando assim o que foi expresso no enunciado anterior (ex.: Ela esperava. Mas as horas passavam e o seu pai nunca mais chegava. / Não estava ninguém na loja. Portanto teria de esperar mais umas horas ou voltar no dia seguinte.).

Há, no entanto, outras conjunções, como a coordenativa copulativa e (ex.: Tinha comido cerejas e pêssegos.) e a coordenativa disjuntiva ou (ex.: Queres ou não saber o que aconteceu?), cujo uso em início de frase, num registo escrito e mais cuidado, é geralmente desaconselhado, por possuírem uma função conectiva muito marcada. Porém, por necessidades expressivas ou por motivos literários, essas conjunções podem ocorrer no começo de frases (ex.: Havia tartes! E bolos! E gelados! E tantas outras sobremesas!).


1 Cunha, Celso, Lindley Cintra, Nova Gramática do Português, 14.ª ed., Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, p. 578

Palavra do dia

no·o·lo·gi·a no·o·lo·gi·a


(grego nóos, noûs, mente, pensamento + -logia)
nome feminino

1. [Filosofia]   [Filosofia]  Ciência ou conjunto de ciências que estuda o espírito humano.

2. [Filosofia]   [Filosofia]  Doutrina ou sistema que reconhece a existência de um conhecimento exclusivamente racional, por oposição ao empirismo.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/else [consultado em 14-08-2022]