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divida

1ª pess. sing. pres. conj. de dividirdividir
3ª pess. sing. imp. de dividirdividir
3ª pess. sing. pres. conj. de dividirdividir
Será que queria dizer dívida?
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di·vi·dir di·vi·dir

- ConjugarConjugar

(latim divido, -ere, separar, dividir, distribuir, repartir)
verbo transitivo

1. Partir em determinado número de partes iguais.

2. Separar, desunir.

3. Repartir.

4. Demarcar, deparar, limitar.

5. Estabelecer divisões; separar em partes.

6. Sulcar.

7. Efectuar a operação da divisão.

8. [Figurado]   [Figurado]  Desavir, pôr em discórdia.

verbo pronominal

9. Ramificar-se.

10. Tomar (cada qual) direcções ou partidos diferentes.

11. Separar-se em diferentes partes.

12. [Figurado]   [Figurado]  Discordar, divergir, dissentir.

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Dúvidas linguísticas


Como se pode classificar gramaticalmente a frase assentar como uma luva?
A expressão idiomática assentar como uma luva pode ser classificada como uma locução verbal, pois sintacticamente o seu comportamento é equivalente ao de um verbo.



Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda. Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia. Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral? Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences. Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.
As dúvidas colocadas relativamente às frases 1 e 2 dizem essencialmente respeito ao uso do infinitivo pessoal (ou flexionado) e do infinitivo impessoal (ou não flexionado).

A alteração na frase 1 de “para funcionarmos” para “para funcionar” na oração final não é obrigatória, mas é possível por questões de eufonia e por se tratar do mesmo sujeito da oração relativa (que [nós] precisamos) de que depende; sobre este assunto, por favor consulte a resposta infinitivo em orações adverbiais finais (de notar que se o sujeito estivesse explícito na oração final, esta alteração não seria possível: *o grau de previsibilidade que precisamos para nós funcionar).

A alteração na frase 2 de “velhinhas [...] a tentar vender” para “velhinhas [...] a tentarem vender” também não é obrigatória, e terá igualmente causas eufónicas, uma vez que, neste contexto de infinitivo antecedido da preposição a e sem verbo auxiliar, pode ocorrer tanto o infinitivo pessoal como o infinitivo impessoal. Este tipo de estrutura pode ser substituído por um gerúndio (ex.: “velhinhas [...] tentando vender”), pelo que se designa por infinitivo gerundivo (cf. Maria Helena Mira MATEUS et al., Gramática da Língua Portuguesa, Lisboa: Editorial Caminho, 5.ª ed., 2003, pp. 643-645) e também por infinitivo de narração ou infinitivo histórico (cf. Celso CUNHA e Lindley CINTRA, Nova Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa: Sá da Costa, p. 483 e Evanildo BECHARA, Moderna Gramática Portuguesa, Rio de Janeiro: Lucerna, 37.ª ed., 2002, p. 284 e p. 528).

Relativamente à alteração de “que precisamos” para “de que precisamos”, por favor consulte as respostas convencido de que e regência de precisar.

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Palavra do dia

neu·ro·ti·cis·mo neu·ro·ti·cis·mo


(neurótico + -ismo)
nome masculino

[Psicologia]   [Psicologia]  Tendência para comportamentos neuróticos (ex.: escala de neuroticismo).

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/divida [consultado em 18-10-2021]