Significado de discrepo-tas

    A forma discrepo-tasé [primeira pessoa singular do presente do indicativo de discrepardiscrepar].

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    discrepardiscrepar
    ( dis·cre·par

    dis·cre·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    Ser discrepante ou diferente; não estar de acordo (ex.: não há mal nenhum em discrepar da opinião mais consensual; os números da adesão à greve discrepam). = DIFERIR, DISCORDAR, DIVERGIR ≠ CONCORDAR, CONVERGIR

    etimologiaOrigem:latim discrepo, -are, estar desafinado, dar um som diferente, diferir.

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    Esta palavra no dicionário

    desconcordar | v. tr. | v. intr.

    Pôr em desconcordância....


    desmentir | v. tr.

    Contraditar; contradizer....


    discordar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Não estar de acordo (ex.: discordar de uma decisão; discordo de que essa seja a melhor solução; apenas discordam nos termos do contrato; raramente discordamos)....


    discrepar | v. tr. e intr.

    Ser discrepante ou diferente; não estar de acordo (ex.: não há mal nenhum em discrepar da opinião mais consensual; os números da adesão à greve discrepam)....


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      Dúvidas linguísticas


      No português europeu qual é a forma mais correcta das seguintes frases?
      Dúvida 1: Ele sabia como João se deixava convencer por Duarte. ou Ele sabia como João deixava-se convencer por Duarte.
      Dúvida 2: O governo nos leva à desgraça. ou O governo leva-nos à desgraça.
      Sendo possível que gramaticalmente estejam ambas correctas, decerto haverá uma forma mais aceite, ou não?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?