Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub

pub
diaristadiarista | s. 2 g.
diaristadiarista | adj. 2 g. s. 2 g.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

di·a·ris·ta di·a·ris·ta 1
(diário + -ista)
substantivo de dois géneros

1. Redactor de um jornal diário. = JORNALISTA, PERIODISTA

2. Pessoa que escreve um diário íntimo.


di·a·ris·ta di·a·ris·ta 2
(diária + -ista)
adjectivo de dois géneros e substantivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros e substantivo de dois géneros

1. Que ou quem trabalha ao dia, só ganhando quando trabalha.

2. Que ou quem tem um salário calculado ao dia.

3. Que ou quem recebe uma diária.

pub

Parecidas

Palavras vizinhas

Esta palavra em blogues

Ver mais
Blogues do SAPO

Esta palavra no Twitter

Dúvidas linguísticas


Deparei-me com um problema linguístico ao qual não sei dar resposta. Como se deve escrever: semi sombra, semisombra, semi-sombra ou semissombra?
A grafia correcta é semi-sombra, se estiver a utilizar a ortografia segundo o Acordo Ortográfico de 1945, isto é, anterior ao Acordo Ortográfico de 1990. Segundo o Acordo de 1945, na base XXIX, e segundo o Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves, o prefixo semi- só se escreve com hífen quando a palavra que se lhe segue começa por h (ex.: semi-homem), i (ex.: semi-inconsciente), r (ex.: semi-racional) ou s (ex.: semi-selvagem). Já o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras, acrescenta que este prefixo é grafado com hífen sempre que a palavra que se lhe segue começa por qualquer vogal. Daí a divergência na escrita entre a norma portuguesa (ex.: semiaberto, semiesfera, semioficial, semiuncial) e a norma brasileira (ex.: semi-aberto, semi-esfera, semi-oficial, semi-uncial).

Se, porém, estiver a utilizar a grafia segundo o Acordo Ortográfico de 1990, a grafia correcta é semissombra. Segundo este acordo, na sua Base XVI, não se emprega o hífen "nas formações em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, devendo estas consoantes duplicar-se" (ex.: semirracional, semissegredo). Ainda segundo esta mesma base, deixa de haver divergência entre a norma portuguesa e a brasileira, pois apenas deverá ser usado o hífen quando a palavra seguinte começa por h (ex.: semi-histórico) ou pela mesma vogal em que termina o prefixo (ex.: semi-internato) e não quando se trata de vogal diferente (ex.: semiautomático).




Desde sempre tive muita dificuldade em escrever palavras que têm -ss-, -ç-, -s- e -c-; nunca sei quando é que utilizo cada um deles.
A ortografia é um conjunto de regras convencionadas; como tal, é artificial e às vezes “pouco amiga do utilizador”.

A maioria das vezes, é o utilizador da língua que mais lê e mais consulta obras de referência, como dicionários, prontuários e afins, que melhor conhece essas regras e que melhor escreve.

O caso das consoantes ou sequências de consoantes apontadas é frequentemente problemático, por corresponder muitas vezes ao mesmo som [s].

Não há nenhuma estratégia para escrever correctamente que não passe pela memorização do léxico e pela interiorização das regras, decorrentes da experiência de leitura e de escrita.

Há, no entanto, algumas indicações úteis:

a) O esse simples (s) representa o som [s] apenas em início de palavra (ex.: seguro, só), a seguir a vogal nasal (ex.: cônsul, pensão), ou a seguir a consoante (ex.: absorção, bolso, psicologia, urso); há algumas excepções, como obséquio ou trânsito, em que o s se lê [z]. Entre vogais, o s nunca tem valor de [s], mas sempre de [z] (ex.: casa).

b) O esse dobrado (ss) representa o som [s] apenas em contextos intervocálicos (ex.: assar, isso, promessa, russo), e nunca em início de palavra ou depois de consoante.

c) O (c) representa o som [s] apenas antes das vogais e (ex.: aceder, alce, comecei, torcer) ou i (ex.: ácido, cálcio, macio, narciso).

d) O cê com cedilha ou cê cedilhado é um sinal gráfico (ç) que representa o som [s] antes das vogais a (ex.: alça, cabeça, junção), o (ex.: calço, moço, monções) ou u (ex.: açúcar, calçudo). Este sinal nunca surge em início de palavra, nem se usa antes das vogais e (ex.: cabecear) ou i (ex.: mocinho), pois nesses casos o cê sem cedilha (c) já tem o valor de [s].

As indicações acima, ou outras mais completas, não resolvem todas as dúvidas, apenas excluem algumas grafias erradas e podem ajudar a interiorizar certas regras depois de explicitadas. A consulta de obras de referência (dicionários, vocabulários, prontuários e afins), de que o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa é apenas um exemplo, pode ajudar na verificação de casos duvidosos. Esta verificação pode também contribuir para a memorização do léxico e interiorização das regras.

Poderá ter alguma utilidade a consulta da Base V do Acordo Ortográfico de 1945 para a norma europeia do português, especialmente no número 3.º. Para a norma brasileira, estas indicações também são válidas, sendo semelhantes às que estão no grupo X do Formulário Ortográfico de 1943.

Com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, não há nenhuma alteração relativamente a este assunto, mas poderá ser útil a consulta da Base III.

pub

Palavra do dia

ma·ca·co·a |ô| ma·ca·co·a |ô|
(macaco + -oa)
substantivo feminino

1. [Informal]   [Informal]  Doença pouco grave. = ACHAQUE

2. [Informal]   [Informal]  Doença sem causa conhecida.

pub

Mais pesquisadas do dia

Siga-nos



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/diarista [consultado em 14-12-2019]