Significado de desmatar-se-vos

    A forma desmatar-se-vospode ser [infinitivo de desmatardesmatar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de desmatardesmatar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de desmatardesmatar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de desmatardesmatar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de desmatardesmatar].

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    desmatardesmatar
    ( des·ma·tar

    des·ma·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Limpar o mato de (ex.: desmatar o terreno para prevenir incêndios).

    2. Derrubar muitas árvores de mata ou floresta. = DESFLORESTAR ≠ FLORESTAR, REFLORESTAR

    etimologiaOrigem:des- + mato + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: desmantar, desnatar.

    Esta palavra no dicionário

    desflorestar | v. tr.

    Derrubar muitas árvores de mata ou floresta....


    despedrega | n. f.

    Ato ou efeito de limpar de pedras (ex.: trabalhos de despedrega e desmatação)....


    desmate | n. m.

    Ato ou efeito de desmatar....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "desmatar-se-vos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.