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desconhecido

A forma desconhecidopode ser [masculino singular particípio passado de desconhecerdesconhecer], [adjectivoadjetivo] ou [nome masculino].

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desconhecidodesconhecido
( des·co·nhe·ci·do

des·co·nhe·ci·do

)


nome masculino

1. Pessoa cuja identidade se desconhece. = ESTRANHO

2. O que não se conhece ou não se compreende (ex.: este investimento foi estudado e não é um passo no desconhecido; os navegadores aventuraram-se no desconhecido).


adjectivoadjetivo

3. Que não se conhece. = IGNORADO

4. Que nunca se viu.

5. Por onde nunca se andou.

6. De que nunca se ouviu falar.

etimologiaOrigem etimológica:particípio de desconhecer.
desconhecerdesconhecer
|cê| |cê|
( des·co·nhe·cer

des·co·nhe·cer

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Não reconhecer; pensar ser outro.

2. Não conhecer o valor de.

3. Ser ingrato a; não agradecer.


verbo pronominal

4. Não se conhecer.

etimologiaOrigem etimológica:des- + conhecer.

Auxiliares de tradução

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Dúvidas linguísticas



Peço auxílio para a composição de palavras com prefixos gregos e latinos. Quando são em justaposição e quando são em aglutinação? Minha dúvida neste momento é com a palavra intra + esclerótico.
A existência ou não de hífen depois de prefixos gregos e latinos é difícil de sistematizar em poucas linhas, pois isso difere consoante os prefixos (há até divergências ligeiras entre a norma europeia e a norma brasileira do português, por serem diferentes as obras de maior referência neste aspecto).

No caso de intra- (este caso aplica-se também aos prefixos contra-, extra-, infra-, supra- e ultra-), de acordo com a Base XXIX do Acordo Ortográfico de 1945, deve usar-se hífen antes de palavras iniciadas por vogal (ex.: intra-arterial, intra-ocular), h (ex.: intra-hepático), r (ex.: intra-raquidiano) ou s (ex.: intra-sinovial). Assim sendo, deve escrever-se intra-esclerótico segundo o Acordo Ortográfico de 1945, para o português de Portugal, ou o Formulário Ortográfico de 1943, para o português do Brasil.

Com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, e segundo a Base XVI, o prefixo intra- (assim como todos os prefixos ou elementos prefixais com o mesmo contexto ortográfico, isto é, terminados na letra a) deve aglutinar-se sempre com o elemento seguinte (ex.: intraocular), excepto se este começar por a (ex.: intra-arterial) ou h (ex.: intra-hepático). No caso de o elemento seguinte começar por r ou s, essas consoantes devem ser dobradas (ex.: intrarraquidiano, intrassinovial). Assim sendo, deve escrever-se intraesclerótico segundo o Acordo Ortográfico de 1990.




A palavra seje existe? Tenho um colega que diz que esta palavra pode ser usada na nossa língua.
Eu disse para ele que esta palavra não existe. Estou certo ou errado?
A palavra seje não existe. Ela é erradamente utilizada em vez de seja, a forma correcta do conjuntivo (subjuntivo, no Brasil) do verbo ser. Frases como “Seje bem-vindo!”, “Seje feita a sua vontade.” ou “Por favor, seje sincero.” são cada vez mais frequentes, apesar de erradas (o correcto é: “Seja bem-vindo!”, “Seja feita a sua vontade.” e “Por favor, seja sincero.”). A ocorrência regular de seje pode dever-se a influências de falares mais regionais ou populares, ou até mesmo a alguma desatenção por parte do falante, mas não deixa de ser um erro.