Significado de demanda-tas

    A forma demanda-taspode ser [feminino singular de demandademanda], [segunda pessoa singular do imperativo de demandardemandar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de demandardemandar].

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    demandardemandar
    ( de·man·dar

    de·man·dar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Intentar demanda contra.

    2. Exigir; reclamar.

    3. Procurar.

    4. Dirigir-se a; caminhar para.

    5. Ir à procura de.

    verbo intransitivo

    6. Propor demanda.

    7. Perguntar.

    8. [Figurado] [Figurado] Disputar.

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    demandademanda
    ( de·man·da

    de·man·da

    )

    nome feminino

    1. Ato ou efeito de demandar.

    2. Ação de procurar. = BUSCA, PROCURA

    3. Empresa, intento, desígnio.

    4. [Direito] [Direito] Processo judicial destinada a reclamar um direito. = AÇÃO

    5. [Economia] [Economia] Quantidade de um bem ou de um serviço que o mercado ou um conjunto de consumidores quer comprar, por oposição à oferta. = PROCURA

    6. [Figurado] [Figurado] Disputa, debate.

    7. [Pouco usado] [Pouco usado] Pergunta.


    em demanda de

    •À procura de.

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de demandar.

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    Auxiliares de tradução

    Traduzir "demanda-tas" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    Em que o autor demanda bem ou direito que é seu e anda fora do seu património (ex.: ação reipersecutória)....


    acionado | n. m.

    Gesto, sinal gesticulado....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "demanda-tas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Utilizo com frequência o vosso dicionário online; numa das últimas consultas que efectuei, pretendi o significado de colocásia; a informação obtida foi de "planta arácea"; ora ao tentar descobrir o que significa arácea, o dicionário não encontrou a palavra, o que me surpreendeu, pois esta é utilizada para definir a primeira.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?