Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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coro

corocoro | n. m.
corocoro | n. m.
corócoró | n.
1ª pess. sing. pres. ind. de corarcorar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

co·ro |ó|co·ro |ó|2


(latim corus, -i)
nome masculino

Vento do noroeste, segundo a náutica antiga.


co·ro |ô|co·ro |ô|1


(latim chorus, -i, do grego khorós, -oû, dança de roda, dança cora, grupo de dançarinos e cantores)
nome masculino

1. Parte da igreja destinada ao canto.

2. Canto de muitas vozes reunidas.

3. Música para coristas. = CORAL

4. Conjunto de coralistas ou cantores que cantam ao mesmo tempo. = CORAL

5. [Figurado]   [Figurado]  Reunião de pessoas.

6. Voz unânime.

7. [Música]   [Música]  Parte de certas peças musicais que se repete. = ESTRIBILHO, REFRÃO

8. [Teologia católica]   [Teologia católica]  Cada uma das nove ordens dos anjos.

Plural: coros |ó|.Plural: coros |ó|.

coró coró


nome

(A definição desta palavra irá estar disponível brevemente. Envie comentários ou sugestões para dicionario@priberam.pt)

co·rar |cò|co·rar |cò|

- ConjugarConjugar

(latim coloro, -are, dar cor, colorir, tingir)
verbo transitivo

1. Dar cor a.

2. Branquear (expondo ao sol).

3. Fazer assomar a cor ao rosto.

4. [Figurado]   [Figurado]  Disfarçar, encobrir com falsa aparência.

5. [Técnica]   [Técnica]  Dar cor ao ouro.

verbo intransitivo

6. Ficar com a cara avermelhada, geralmente devido a constrangimento, timidez ou vergonha. = RUBORIZAR-SE

Confrontar: curar.
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Dúvidas linguísticas


Deve dizer-se «um ácido precipita» ou «um ácido precipita-se»?
De acordo com alguns dicionários de português, como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, o verbo precipitar, na acepção “formar um precipitado”, pode ser usado como intransitivo (um ácido precipitou) ou como reflexivo (um ácido precipitou-se).



Tenho uma dúvida: a gramática da língua portuguesa não diz que um advérbio antes do verbo exige próclise? Não teria de ser "Amanhã se celebra"?
Esta questão diz respeito a uma diferença, sobretudo no registo coloquial, entre as variedades europeia e brasileira do português, que, com a natural evolução da língua, se foram distanciando relativamente a este fenómeno linguístico. No que é considerado norma culta (portuguesa e brasileira), porém, sobretudo na escrita, e em registo formal, ainda imperam regras da gramática tradicional ou normativa, fixas e pouco permissivas.

No português de Portugal, se não houver algo que atraia o pronome pessoal átono, ou clítico, para outra posição, a ênclise é a posição padrão, isto é, o pronome surge habitualmente depois do verbo (ex.: Ele mostrou-me o quadro); os casos de próclise, em que o pronome surge antes do verbo (ex.: Ele não me mostrou o quadro), resultam de condições particulares, como as que são referidas na resposta à dúvida posição dos clíticos. Nessa resposta sistematizam-se os principais contextos em que a próclise ocorre na variante europeia do português, sendo um deles a presença de certos advérbios ou locuções adverbiais, como ainda (ex.: Ainda ontem as vi), (ex.: o conheço bem), oxalá (ex.: Oxalá se mantenha assim), sempre (ex.: Sempre o conheci atrevido), (ex.: lhes entreguei o documento hoje), talvez (ex.: Talvez te lembres mais tarde) ou também (ex.: Se ainda estiverem à venda, também os quero comprar). Note-se que a listagem não é exaustiva nem se aplica a todos os advérbios e locuções adverbiais, pois como se infere a partir de pesquisas em corpora com advérbios como hoje (ex.: Hoje decide-se a passagem à final) ou com locuções adverbiais como mais tarde (ex.: Mais tarde compra-se outra lente), a tendência na norma europeia é para a colocação do pronome após o verbo. A ideia de que alguns advérbios (e não a sua totalidade) atraem o clítico é aceite até por gramáticos mais tradicionais, como Celso Cunha e Lindley Cintra, que referem, na página 313 da sua Nova Gramática do Português Contemporâneo que a língua portuguesa tende para a próclise «[...] quando o verbo vem antecedido de certos advérbios (bem, mal, ainda, já, sempre, só, talvez, etc.) ou expressões adverbiais, e não há pausa que os separe».

No Brasil, a tendência generalizada, sobretudo no registo coloquial de língua, é para a colocação do pronome antes do verbo (ex.: Ele me mostrou o quadro). Daí a relativa estranheza que uma frase como Amanhã celebra-se o Dia Mundial do Livro possa causar a falantes brasileiros que produzirão mais naturalmente um enunciado como Amanhã se celebra o Dia Mundial do Livro. O gramático brasileiro Evanildo Bechara afirma, na página 589 da sua Moderna Gramática Portuguesa, que «Não se pospõe pronome átono a verbo modificado diretamente por advérbio (isto é, sem pausa entre os dois, indicada ou não por vírgula) ou precedido de palavra de sentido negativo.». Contrariamente a Celso Cunha e Lindley Cintra, Bechara propõe um critério para o uso de próclise que parece englobar a totalidade dos advérbios. Resta saber se se trata de um critério formulado a partir do tendência brasileira para a próclise ou de uma extensão da regra formulada pela gramática tradicional. Estatisticamente, porém, é inequívoca a diferença de uso entre as duas normas do português.

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Palavra do dia

nor·mo·cap·ni·a nor·mo·cap·ni·a


(normo- + grego kapnós, -oû, vapor, fumo + -ia)
nome feminino

[Medicina]   [Medicina]  Existência de dióxido de carbono ou de ácido carbónico no sangue em valores considerados normais.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/coro [consultado em 17-04-2021]