Significado de conduza-se-mos

    A forma conduza-se-mospode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de conduzirconduzir], [terceira pessoa singular do imperativo de conduzirconduzir] ou [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de conduzirconduzir].

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    conduzirconduzir
    ( con·du·zir

    con·du·zir

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Servir de condutor a.

    2. Levar.

    3. Trazer, transportar.

    4. Transmitir.

    5. [Figurado] [Figurado] Encaminhar.

    verbo transitivo e intransitivo

    6. Estar ou ter capacidade para estar no comando de um veículo (ex.: conduzir um camião; aprendeu a conduzir). = DIRIGIR, GUIAR

    verbo intransitivo

    7. Ir dar a, levar.

    verbo pronominal

    8. [Galicismo] [Galicismo] Portar-se.

    etimologiaOrigem:latim conduco, -ere, conduzir, juntar, reunir, cicatrizar, alugar, arrendar.

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    Esta palavra no dicionário

    aerífero | adj.

    Que conduz ar para o interior ou que contém ar (ex.: parênquima aerífero)....


    aferente | adj. 2 g.

    Que conduz ou leva....


    circunduto | adj.

    Diz-se da citação julgada nula....


    condutivo | adj.

    Que conduz ou serve para conduzir....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.