Significado de complementava

    A forma complementavapode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de complementarcomplementar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de complementarcomplementar].

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    complementarcomplementar
    ( com·ple·men·tar

    com·ple·men·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Dar ou receber complemento. = COMPLETAR

    2. Tornar ou tornar-se completo. = COMPLETAR, CONCLUIR

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    3. Que completa ou complementa (ex.: informação complementar). = COMPLETIVO

    4. Que serve de complemento ou é relativo a complemento. = COMPLEMENTÁRIO

    5. Diz-se da cor que, junta a outra, forma a cor branca.

    6. [Geometria] [Geometria] Diz-se do ângulo ou do arco que, com outro, perfaz 90 graus.

    7. [Gramática] [Gramática] Que serve de sujeito ou de complemento (ex.: oração complementar). = COMPLETIVO, INTEGRANTE

    etimologiaOrigem:complemento + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    de | prep.

    Une ao nome o seu complemento (ex.: folha de papel) e estabelece relação de matéria (ex.: feito de pedra); instrumento (ex.: golpe de espada); modo (ex.: deitado de costas); procedência ou lugar donde (ex.: vir de Lisboa); causa (ex.: morreu de medo); agente (ex.: amado de todos), etc....


    Que substitui ou complementa outro órgão (ex.: baço sucenturiado)....


    famulativo | adj.

    Que é secundário, acessório ou complementar a outro (ex.: crime famulativo)....


    Que serve de complemento ou é relativo a complemento....


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    A palavra "complementava" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Qual o feminino de capataz? Isto porque tenho ouvido a palavra capataza quando se trata de uma mulher.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?