Significado de competíramos-te

    A forma competíramos-teé [primeira pessoa plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de competircompetir].

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    competircompetir
    ( com·pe·tir

    com·pe·tir

    )
    Conjugação:irregular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Lutar por algo ou alguém contra um adversário; entrar em competição. = DISPUTAR, RIVALIZAR

    2. Participar numa competição desportiva (ex.: vai competir com a campeã atual; os atletas nacionais competem amanhã).

    verbo transitivo

    3. Pretender suplantar em valor ou qualidade (ex.: não compito com ninguém). = CONCORRER

    4. Ser da responsabilidade ou da competência de (ex.: agora a resposta competia à direção; compete ao tribunal decidir). = CABER, CUMPRIR, IMPENDER

    5. Pertencer por direito (ex.: metade da herança compete à viúva). = CABER, TOCAR

    etimologiaOrigem:latim competo, -ere, visar o mesmo fim que outro, encontrar-se, coincidir.

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    Esta palavra no dicionário

    -atlo | elem. de comp.

    Exprime a noção de competição desportiva (ex.: triatlo)....


    interturmas | adj. 2 g. 2 núm.

    Que acontece ou se realiza entre turmas (ex.: competição interturmas; jogos interturmas)....


    Obrigação ou responsabilidade de provar determinado facto ou determinada afirmação (ex.: é ao acusador e não ao acusado que compete o onus probandi)....


    Relativo à primeira divisão de uma competição desportiva (ex.: clube primodivisionário; equipa primodivisionária)....


    Histórico de pesquisas

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      Dúvidas linguísticas


      Pretendo traduzir a expressão multiparty collaborations para português. Será a expressão colaborações multipartidárias a correcta? A expressão pretende indicar colaborações que envolvem várias partes, entidades, parceiros, etc.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?