Significado de coeducasse-mas

    A forma coeducasse-maspode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de coeducarco-educarcoeducar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de coeducarco-educarcoeducar].

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    coeducarco-educarcoeducar
    |cò| |cò| |cò|
    ( co·e·du·car

    co·-e·du·car

    co·e·du·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    Educar em comum (ex.: coeducar rapazes e raparigas).

    etimologiaOrigem:co- + educar.

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    grafiaGrafia no Brasil:co-educar.
    grafiaGrafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990:coeducar.
    grafia Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: co-educar.
    grafiaGrafia em Portugal:coeducar.

    Esta palavra no dicionário

    coeducação | n. f.

    Educação em comum de rapazes e raparigas....


    Relativo a coeducação ou à educação em comum de rapazes e raparigas (ex.: sistema coeducativo)....


    coeducacional | adj. 2 g.

    Relativo a coeducação ou à educação em comum de rapazes e raparigas (ex.: colégio coeducacional)....


    coeducar | v. tr.

    Educar em comum (ex.: coeducar rapazes e raparigas)....

    Histórico de pesquisas

    A palavra "coeducasse-mas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
      (1) Trar-se-ão a Portugal.
      ou
      (2) Trazer-se-ão a Portugal.
      Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?