PT
BR
    Definições



    coatas-mo

    A forma coatas-mopode ser [feminino plural de coactocoatocoato] ou [segunda pessoa singular do presente do indicativo de coactarcoatarcoatar].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    coactarcoatarcoatar
    |àt| |àt| |àt|
    ( co·ac·tar co·a·tar

    co·a·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    Forçar; constranger; obrigar.

    etimologiaOrigem:latim coacto, -are.

    Secção de palavras relacionadas

    sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: coatar.
    sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: coactar.
    grafiaGrafia no Brasil:coatar.
    grafiaGrafia em Portugal:coactar.
    coactocoatocoato
    |át| |át| |át|
    ( co·ac·to co·a·to

    co·a·to

    )


    adjectivoadjetivo

    Que não pode deixar de fazer aquilo a que o obrigam; que sofre coacção. = COAGIDO, CONSTRANGIDO

    etimologiaOrigem:latim coactus, -a, -um.

    Secção de palavras relacionadas

    sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: coato.
    sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: coacto.
    grafiaGrafia no Brasil:coato.
    grafiaGrafia em Portugal:coacto.


    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Sou formanda de um curso de qualificação profissional e no âmbito do mesmo tenho aulas de Português. Pelo menos duas vezes, fui confrontada com ensinamentos que não me parecem correctos.
    Primeira: a professora diz-nos que o advérbio de modo raramente é uma palavra esdrúxula. Recordo ainda a voz da minha professora da Escola Secundária, dizendo-nos que todos os advérbios de modo são palavras graves. Não importa de que adjectivo venham, ao transformarem-se em advérbios de modo a sílaba tónica passa a ser “men” (a penúltima) e, portanto, são palavras graves.
    Segunda: esta senhora pôs-nos hoje a completar frases com o presente do conjuntivo de alguns verbos. Uma das frases compreendia a primeira pessoa do plural do verbo conseguir que ela completou com "consígamos" (até o corrector ortográfico do computador discorda!). Esta eu já verifiquei no vosso site (perdoem-me os anglicismos) e efectivamente não vejo acento no i.