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co-valente

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co-valentecovalenteco-valentecovalente
( co·-va·len·te co·va·len·te

co·-va·len·te

co·va·len·te

)


adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

[Química] [Química] Relativo a co-valência ou em que há co-valência.

etimologiaOrigem etimológica:co- + valente.
iconPlural: co-valentes.
sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: covalente.
sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: co-valente.
grafiaGrafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990:covalente.
grafia Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: co-valente.

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Dúvidas linguísticas



A minha dúvida é a respeito da etimologia de determinadas palavras cuja raiz é de origem latina, por ex. bondade, sensibilidade, depressão, etc. No Dicionário Priberam elas aparecem com a terminação nominativa mas noutros dicionários parece-me que estão na terminação ablativa e não nominativa. Gostaria que me esclarecessem.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa regista, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas que são normalmente enunciadas na forma do nominativo, seguida do genitivo: bonitas, bonitatis (ou bonitas, -atis); sensibilitas, sensibilitatis (ou sensibilitas, -atis) e depressio, depressionis (ou depressio, -onis).

Noutros dicionários gerais de língua portuguesa, é muito usual o registo da etimologia latina através da forma do acusativo sem a desinência -m (não se trata, como à primeira vista pode parecer, do ablativo). Isto acontece por ser o acusativo o caso lexicogénico, isto é, o caso latino que deu origem à maioria das palavras do português, e por, na evolução do latim para o português, o -m da desinência acusativa ter invariavelmente desaparecido. Assim, alguns dicionários registam, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas bonitate, sensibilitate e depressione, que foram extrapoladas, respectivamente, dos acusativos bonitatem, sensibilitatem e depressionem.

Esta opção de apresentar o acusativo apocopado pode causar alguma perplexidade nos consulentes dos dicionários, que depois não encontram estas formas em dicionários de latim. Alguns dicionários optam por assinalar a queda do -m, colocando um hífen no final do étimo latino (ex.: bonitate-, sensibilitate-, depressione-). Outros, mais raros, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa optaram por enunciar os étimos latinos (ex.: bonitas, -atis; sensibilitas, -atis, depressio, -onis), não os apresentando como a maioria dos dicionários; o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa não enuncia o étimo latino dos verbos, referenciando apenas a forma do infinitivo (ex.: fazer < facere; sentir < sentire).




Gostaria de saber qual a diferença entre os sons vozeados e os sons não vozeados da língua portuguesa.
Os sons vozeados ou sonoros são sons produzidos com vibração das cordas vocais. No português, são vozeadas todas as vogais e as consoantes [b] como em boi, [d] como em dar, [g] como em gato, [v] como em ovo, [z] como em zero, [[] como em cujo, [r] como em caro, [R] como em carro, [l] como em pala, [Y] como em ilha, [m] como em comer, [n] como em nada e [V] como em lenha.

Os sons não vozeados ou surdos são sons produzidos sem vibração das cordas vocais. No português, são não vozeadas as consoantes [p] como em pôr, [t] como em ter, [k] como em cão, [f] como em fava, [s] como em circo e [1] como em duche.

Para mais exemplos, ver também Classificação das consoantes e Classificação das vogais na Gramática da Língua Portuguesa On-Line.