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caga-sebo

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caga-sebocaga-sebo
|ê| |ê|
( ca·ga·-se·bo

ca·ga·-se·bo

)
Imagem

Brasil, InformalBrasil, Informal

Livraria onde se vendem livros usados.


nome masculino

1. [Brasil] [Brasil] [Ornitologia] [Ornitologia] Designação dada a diversas aves passeriformes de pequenas dimensões. = CAGA-SEBITE, SEBINHO

2. [Brasil] [Brasil] [Ornitologia] [Ornitologia] Ave passeriforme (Coereba flaveola) da família dos traupídeos, de peito e barriga amarelos, dorso acinzentado ou acastanhado e cabeça escura com uma listra branca acima dos olhos, encontrada na América Central e do Sul. = CAMBACICA, SEBINHO

3. [Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Livraria onde se vendem livros usados.Imagem = ALFARRABISTA, SEBO

vistoPlural: caga-sebos.
etimologiaOrigem etimológica:forma do verbo cagar + sebo.
iconPlural: caga-sebos.


Dúvidas linguísticas



Numa pesquisa no Google, encontrei várias vezes a expressão "há espera", por exemplo: "torneios há espera de concorrentes". É correcto dizer "há espera"? Não será "à espera"?
No contexto que refere, deverá ser utilizada a locução prepositiva à espera de, que significa “aguardando por” (torneios à espera de concorrentes) e que poderá encontrar registada, por exemplo, no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa, que também regista a locução adverbial à espera (Ex.: os doentes já estão à espera há muito tempo). Esta locução tem estrutura semelhante a muitas outras locuções prepositivas em português (contracção da preposição a com o artigo definido a seguida de substantivo feminino e da preposição de), como, por exemplo, à beira de, à conta de, à disposição de, à frente de. A expressão há espera poderá apenas ser usada em contextos onde se pretenda dizer que "existe uma espera" (ex.: nos acessos à ponte há espera prolongada).



Ao fazer a pesquisa do termo prescindir, observei que constava como verbo intransitivo. Pesquisei, no entanto, no dicionário Aurélio e constava como verbo transitivo. Gostaria de alertar para esse possível erro.
Apesar de, actualmente, o verbo prescindir dever ser considerado um verbo transitivo indirecto, como faz o Aurélio, a classificação mais tradicional em dicionários portugueses (diferentemente de dicionários brasileiros como o Aurélio ou o Houaiss) é classificar verbos com regência de proposições que não sejam a (como "entregar a") como intransitivos (como é o caso de "prescindir de"). Em casos semelhantes, é normal encontrar discrepâncias entre dicionários portugueses e brasileiros, sendo a classificação dos segundos geralmente mais rigorosa.