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bujão

bujãobujão | n. m.
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bu·jão bu·jão


(francês bouchon)
nome masculino

1. Peça para vedar recipientes.

2. [Marinha]   [Marinha]  Bucha com que se tapa um rombo ou fenda.

3. [Portugal, Calão]   [Portugal, Tabuísmo]  Conjunto das nádegas.

4. [Portugal, Calão]   [Portugal, Tabuísmo]  Ânus.

5. [Brasil]   [Brasil]  Recipiente resistente e portátil que contém gás combustível para uso doméstico ou outro fluido volátil (ex.: bujão de gás).Ver imagem = BOTIJÃO

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...itens: passagem aérea (1,73% para 9,50%), medicamentos em geral (0,26% para 2,44%), gás de bujão (2,02% para 6,07%), serviços bancários (0,20% para 1,24%), aves e ovos (0,33% para 2,38%),...

Em Caderno B

afirma que o bujão está vazio..

Em NOTÍCIAS SOBRE AVIAÇÃO AVIATION NEWS

equivalente –no que está sendo estudado até agora– a um bujão de graça a cada dois meses", afirmou..

Em Caderno B

açúcar, meia dúzia de ovos, pedaço de broa, jambos, rabanadas e, também, bujão de gás, pregos, serrote e tudo o mais..

Em VARAL de IDÉIAS

George Félix Santos Barreto (Gel ou Capenga), e Murilo Araújo Bandeira ( Bujão ), foram presos, acusado de homicídio em Ilhéus..

Em Rede Brasil de Noticias - O Point da Informação
Blogues do SAPO

Dúvidas linguísticas


A minha questão é sobre a palavra transgénico, relativamente à alteração genética de vegetais e plantas. Como se diz correctamente?
A dúvida parece recair sobre a pronúncia do -s- na primeira sílaba da palavra transgénico. Se as sílabas fossem lidas pausadamente, a sua transcrição corresponderia a trans [trãZ] - ['] - ni [ni] - co [ku], o que originaria uma repetição do som [Z] (este símbolo representa o som da letra j em já ou judo, mas é também o som correspondente à letra s quando esta precede uma consoante sonora, como o som [Z]): [trãZ'ZÈniku]. No entanto, como o nosso sistema articulatório tem dificuldade em pronunciar duas consoantes idênticas seguidas, elas são fundidas num só som: [trã'ZÈniku].




A minha dúvida é relativa ao novo Acordo Ortográfico: gostava que me esclarecessem porque é que "lusodescendente" escreve-se sem hífen e "luso-brasileiro", "luso-americano" escreve-se com hífen. É que é um pouco difícil de se compreender, e já me informei com algumas pessoas que não me souberam dizer o porquê de ser assim. Espero uma resposta de vossa parte com a maior brevidade possível.
Não há no texto legal do Acordo Ortográfico de 1990 uma diferença clara entre as palavras que devem seguir o disposto na Base XV e o disposto na Base XVI. Em casos como euroafricano/euro-africano, indoeuropeu/indo-europeu ou lusobrasileiro/luso-brasileiro (e em outros análogos), poderá argumentar-se que se trata de "palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido" (Base XV) para justificar o uso do hífen. Por outro lado, poderá argumentar-se que não se justifica o uso do hífen uma vez que se trata de "formações com prefixos (como, por exemplo: ante-, anti-, circum-, co-, contra-, entre-, extra-, hiper-, infra-, intra-, pós-, pré-, pró-, sobre-, sub-, super-, supra-, ultra-, etc.) e de formações por recomposição, isto é, com elementos não autónomos ou falsos prefixos, de origem grega e latina (tais como: aero-, agro-, arqui-, auto-, bio-, eletro-, geo-, hidro-, inter-, macro-, maxi-, micro-, mini-, multi-, neo-, pan-, pluri-, proto-, pseudo-, retro-, semi-, tele-, etc.)" (Base XVI).

Nestes casos, e porque afro-asiático, afro-luso-brasileiro e luso-brasileiro surgem no texto legal como exemplos da Base XV, a Priberam aplicou a Base XV, considerando que "constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido". Trata-se de uma estrutura morfológica de coordenação, que estabelece uma relação de equivalência entre dois elementos (ex.: luso-brasileiro = lusitano e brasileiro; sino-japonês = chinês e japonês).

São, no entanto, excepção os casos em que o primeiro elemento não é uma unidade sintagmática e semântica e se liga a outro elemento análogo, não podendo tratar-se de justaposição (ex.: lusófono), ou quando o primeiro elemento parece modificar o valor semântico do segundo elemento, numa estrutura morfológica de subordinação ou de modificação, que equivale a uma hierarquização dos elementos (ex.:  eurodeputado = deputado [que pertence ao parlamento europeu]; lusodescendente = descendente [que provém de lusitanos]).

É necessário referir ainda que o uso ou não do hífen nestes casos não é uma questão nova na língua portuguesa e já se colocava antes da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990. Em diversos dicionários e vocabulários anteriores à aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 já havia práticas ortográficas que distinguiam, tanto em Portugal como no Brasil, o uso do hífen entre euro-africano (sistematicamente com hífen) e eurodeputado (sistematicamente sem hífen).

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Palavra do dia

qui·cha·ça qui·cha·ça


(alteração de cachaça)
nome feminino

[Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]  Acto ou estado de quem repete ou mantém uma afirmação, uma acção ou um comportamento, sem desistir ou aceitar recusa. = CASMURRICE, OBSTINAÇÃO, TEIMA, TEIMOSIA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/buj%C3%A3o [consultado em 20-05-2022]