Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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borlaborla | s. f.
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bor·la bor·la
nome feminino

1. Adorno pendente feito de fios de lã, seda, etc.

2. Barrete doutoral.

3. Grau e insígnias de doutor.

4. [Náutica]   [Náutica]  Rodela no topo da haste da bandeira.

5. [Informal]   [Informal]  Serviço, entrada ou bem que não se paga.

6. [Informal]   [Informal]  Burla, calote.


à borla
[Informal]   [Informal]  O mesmo que de borla.

de borla
[Informal]   [Informal]  Sem pagar; de graça. = GRÁTIS

Confrontar: burla.
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Dúvidas linguísticas


No Presente do Indicativo do verbo sair, qual a razão por que a 3ª pessoa do plural não acompanha a raiz do verbo? Porque é saem e não saiem?
O verbo sair é um verbo parcialmente irregular, devido ao hiato (encontro de vogais que não formam ditongo; no caso de sair, -ai-) no infinitivo, decorrente da evolução da palavra ao longo da história da língua (lat. salire > sa(l)ir(e) > port. sair). Como este verbo conjugam-se outros que apresentam o mesmo hiato, como cair (lat. cadere > ca(d)er(e) > port. cair) ou trair (lat. tradere > tra(d)er(e) > port. trair), e derivados.
Por comparação com um verbo regular da terceira conjugação, como partir, é possível verificar as pequenas irregularidades:
a) Normalmente o radical de um verbo corresponde à forma do infinitivo sem a terminação -ar, -er ou -ir que identifica o verbo como sendo, respectivamente, da primeira, segunda ou terceira conjugações; no caso do verbo partir será part-, no caso de sair o regular seria sa-, mas há formas em que é sai-, como se pode ver na alínea seguinte.
b) Um verbo regular conjuga-se adicionando ao radical as desinências de pessoa, número, modo e tempo verbal. Por exemplo, as desinências do futuro do indicativo (-irei, -irás, -irá, -iremos, -ireis, -irão) juntam-se aos radicais regulares para formar partirei, partirás, etc. ou sairei, sairás, etc. No caso do presente do indicativo, esta regularidade é alterada em verbos como sair, só sendo regulares as formas que têm o radical sa- seguido das desinências (saímos, saís, saem); as outras formas do presente do indicativo (saio, sais, sai) e todo o presente do conjuntivo (saia, saias, saiamos, saiais, saiam) formam-se a partir do radical sai-.
c) A estas irregularidades junta-se a adequação ortográfica necessária, através de acento gráfico agudo, para manter o hiato do infinitivo em outras formas verbais (ex.: saísse/partisse; saíra/partira).

Muitos verbos que apresentam hiatos nas suas terminações do infinitivo têm geralmente particularidades (principalmente no presente do indicativo) que os tornam parcialmente irregulares (vejam-se, por exemplo, as conjugações de construir ou moer).

Respondendo directamente à questão colocada, saem não tem i por ser uma forma que retoma o radical regular sa- e não o radical sai-, como em formas como saio, sais, saia ou saiamos.




“O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Reino dos Países Baixos notificou ter a República de Chipre formulado uma declaração relativamente à Convenção sobre a Cobrança Internacional de Alimentos em Benefício dos Filhos e de Outros Membros da Família, adotada na Haia, a 23 de novembro de 2007.”
Deverá ser "na Haia" ou "em Haia"? Já agora, isto é por feeling ou existe algum sítio onde se possa consultar esta informação ("em Lisboa" em vez de "na Lisboa")?

Não há nenhuma regra para o uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (ou nomes de lugares). Há algumas indicações vagas e por vezes contraditórias fornecidas por gramáticas e prontuários (ver resposta topónimos com e sem artigos). Por este motivo, as respostas a questões relacionadas com este assunto (e com tantas outras dúvidas linguísticas) raramente podem ser peremptórias.

Em relação a Haia, sendo uma cidade, em princípio seria sem artigo (à semelhança de Lisboa, Madrid, Paris, Londres), mas trata-se de um topónimo que tem artigo na sua língua original (Den Haag, em neerlandês) e em outras línguas (The Hague, em inglês, La Haye, em francês, La Haya, em espanhol), pelo que o uso do artigo em português não deverá ser estranho ou censurável. A grande diferença é que em português o artigo definido não é usualmente maiusculizado. A embaixada de Portugal nos Países Baixos usa a designação "embaixada de Portugal na Haia".

Mesmo em casos mais ou menos estáveis, onde raramente há dúvida se deve ser usado o artigo, como "em Lisboa" ou "em Paris", há contextos em que o artigo é usado para definir uma característica (ex.: conheceu a Lisboa dos azulejos), um tempo específico (ex.: na Paris dos anos 20), etc.

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Palavra do dia

guas·ca guas·ca
(quíchua uáskha)
nome feminino

1. [Brasil]   [Brasil]  Correia feita de couro cru.

nome de dois géneros

2. [Brasil]   [Brasil]  Habitante da roça. = CAIPIRA

adjectivo de dois géneros e nome de dois géneros
adjetivo de dois géneros e nome de dois géneros

3. Relativo ao estado brasileiro do Rio Grande do Sul ou o seu natural ou habitante. = GAÚCHO, RIO-GRANDENSE-DO-SUL

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/borla [consultado em 20-09-2020]