Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Dúvidas linguísticas


O verbo intervir conjuga-se da mesma forma que o verbo vir? Sendo assim, qual é o seu particípio passado (caso tenha)?
O verbo intervir conjuga-se como o verbo vir, com a particularidade de se grafar com acento agudo na segunda e terceira pessoas do presente do indicativo (intervéns, intervém); esta particularidade é comum a todos os outros verbos derivados de vir ou do verbo latino venire (são os casos, por exemplo, de advir, avir, convir, desconvir, devir, provir, sobrevir). O particípio passado destes verbos também segue o paradigma de vir/vindo, sendo então intervindo o particípio passado de intervir (ex.: tinha intervindo brilhantemente no debate). Poderá esclarecer esta e outras dúvidas de conjugação seguindo a hiperligação para o verbo intervir no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa e clicando em seguida na opção Conjugar que se encontra imediatamente acima da definição do verbo.



Está errado dizer: Eu vi ninguém, Eu comi nada? Por que está incorreto (se acaso for)?
Os pronomes indefinidos ninguém e nada possuem significado negativo inerente; por esse motivo só podem integrar orações que sejam negativas. Ora as frases *Eu vi ninguém e *Eu comi nada são afirmativas, razão pela qual são consideradas gramaticalmente incorrectas, como indica o asterisco (*). Assim sendo, a negação com recurso aos pronomes indefinidos ninguém e nada na posição de complemento directo exige o advérbio de negação não antes do verbo: Eu não vi ninguém e Eu não comi nada. A esta construção, comum a outras línguas românicas, dá-se o nome de “dupla negação”.

Em posição de sujeito, no entanto, e dado que exprimem negação, os pronomes indefinidos ninguém e nada dispensam o advérbio não e precedem o verbo (ex.: ninguém veio à festa; nada o impede de concorrer às eleições), sendo consideradas agramaticais as construções em que o não está presente (ex.: *ninguém não veio à festa; *nada não o impede de concorrer às eleições).

Palavra do dia

ban·ga·la·fu·men·ga ban·ga·la·fu·men·ga


(origem duvidosa)
nome masculino

[Brasil: Nordeste, Depreciativo]   [Brasil: Nordeste, Depreciativo]  Indivíduo sem valor, sem préstimo. = JOÃO-NINGUÉM, ZÉ-NINGUÉM

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/bolsou [consultado em 03-08-2021]