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atraque

A forma atraquepode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de atracaratracar], [terceira pessoa singular do imperativo de atracaratracar], [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de atracaratracar] ou [nome masculino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
atraqueatraque
( a·tra·que

a·tra·que

)


nome masculino

Acto ou efeito de atracar (ex.: manobra de atraque). = ATRACAÇÃO, ATRACAGEM, ATRACAMENTO

etimologiaOrigem etimológica:derivação regressiva de atracar.
Ver também resposta à dúvida: cais de atraque.
atracaratracar
( a·tra·car

a·tra·car

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Chegar (o barco) ao sítio onde deve ficar encostado e amarrar.

2. Dar apertão a.

3. Açambarcar.


verbo pronominal

4. Lutar.

etimologiaOrigem etimológica:origem controversa.
Confrontar: atrasar.

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Traduzir "atraque" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



A minha dúvida é a respeito da etimologia de determinadas palavras cuja raiz é de origem latina, por ex. bondade, sensibilidade, depressão, etc. No Dicionário Priberam elas aparecem com a terminação nominativa mas noutros dicionários parece-me que estão na terminação ablativa e não nominativa. Gostaria que me esclarecessem.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa regista, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas que são normalmente enunciadas na forma do nominativo, seguida do genitivo: bonitas, bonitatis (ou bonitas, -atis); sensibilitas, sensibilitatis (ou sensibilitas, -atis) e depressio, depressionis (ou depressio, -onis).

Noutros dicionários gerais de língua portuguesa, é muito usual o registo da etimologia latina através da forma do acusativo sem a desinência -m (não se trata, como à primeira vista pode parecer, do ablativo). Isto acontece por ser o acusativo o caso lexicogénico, isto é, o caso latino que deu origem à maioria das palavras do português, e por, na evolução do latim para o português, o -m da desinência acusativa ter invariavelmente desaparecido. Assim, alguns dicionários registam, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas bonitate, sensibilitate e depressione, que foram extrapoladas, respectivamente, dos acusativos bonitatem, sensibilitatem e depressionem.

Esta opção de apresentar o acusativo apocopado pode causar alguma perplexidade nos consulentes dos dicionários, que depois não encontram estas formas em dicionários de latim. Alguns dicionários optam por assinalar a queda do -m, colocando um hífen no final do étimo latino (ex.: bonitate-, sensibilitate-, depressione-). Outros, mais raros, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa optaram por enunciar os étimos latinos (ex.: bonitas, -atis; sensibilitas, -atis, depressio, -onis), não os apresentando como a maioria dos dicionários; o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa não enuncia o étimo latino dos verbos, referenciando apenas a forma do infinitivo (ex.: fazer < facere; sentir < sentire).




Está correto usar desimobilizar como antônimo de imobilizar? Se não, que palavra utilizar para o ato contrário à imobilização?
As palavras desimobilizar, desmobilizar e mobilizar são antónimas de imobilizar, assim como desimobilização, desmobilização e mobilização são antónimos de imobilização.