Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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apostoaposto | adj. | s. m.
masc. sing. part. pass. de aporapor
1ª pess. sing. pres. ind. de apostarapostar
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a·pos·to |ô| a·pos·to |ô|
(latim appositus, -a, -um, particípio passado de appono, -ere, colocar junto de, servir, pôr sobre, acrescentar)
adjectivo
adjetivo

1. Adequado, conveniente.

2. Adjunto, anexo.

3. Bem feito de corpo. = AIROSO

nome masculino

4. [Gramática]   [Gramática]  Ligado por aposição.

5. [Gramática]   [Gramática]  Nome ou locução nominal que se junta a outro nome para melhor o caracterizar. = CONTINUADO

Plural: apostos |ó|.Plural: apostos |ó|.

a·por |ô| a·por |ô| - ConjugarConjugar
(latim appono, -ere, colocar junto de, servir, pôr sobre, acrescentar)
verbo transitivo

1. Colocar junto a. = APLICAR, JUNTAR, JUSTAPOR

2. Colocar sobre. = SOBREPOR

3. Jungir (bois ou vacas) ao carro.

4. Meter (cavalgaduras) aos varais da carruagem.


a·pos·tar a·pos·tar - ConjugarConjugar
verbo transitivo

1. Fazer aposta de.

2. Não duvidar, estar certo.

3. Asseverar, sustentar.

verbo intransitivo

4. Fazer aposta.

verbo pronominal

5. Empenhar-se.

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Dúvidas linguísticas


Gostaria de saber quando usamos a muito tempo e quando usamos há muito tempo.
Para exprimir o tempo decorrido, deverá usar sempre a construção com o verbo haver, isto é, há muito tempo. A expressão a muito tempo só é usada correctamente em contextos muito específicos em que a preposição a é seleccionada por outra palavra mas não há intenção de exprimir o tempo que já passou (ex.: Isso corresponde a muito tempo e não posso esperar; Dez dias para mim são equivalentes a muito tempo).



Existem muitos verbos que usamos como transitivos diretos (ex.: Paula irritou Pedro), mas, quando usados com relação a Deus, sempre aparecem como indiretos (ex.: essa atitude irritou a Deus). Isso é correto?
No exemplo referido e em outros afins, trata-se de uma construção com um verbo considerado transitivo directo, mas usado com um complemento iniciado pela preposição a (que é uma construção típica dos complementos indirectos).

Por este motivo, poderia parecer à primeira vista que se trata de um complemento indirecto, como em ofereceu uma flor a seu pai = ofereceu-lhe uma flor. No entanto, em irritou a Deus, o complemento a Deus só pode ser pronominalizado com o pronome de complemento directo (irritou-O, e não *irritou-Lhe). Estes complementos são por isso habitualmente designados por complementos directos preposicionados.

As construções com complemento directo preposicionado são normalmente descritas pelas gramáticas como ocorrendo "com os verbos que exprimem sentimentos" (Celso CUNHA e Lindley CINTRA, Nova Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, pp. 143), mas esta descrição é muito vaga e insuficiente, pois na verdade são construções usadas em contextos muito restritos e pouco usuais, geralmente apenas no discurso religioso. Estas construções ocorrem sobretudo em contextos com verbos como adorar, amar, bendizer, honrar, louvar ou temer e a palavra "deus" como complemento directo (ex.: amar a Deus), mas ocorrem também com outros complementos directos aos quais se dá, de alguma forma, uma relevância reverencial ou respeitosa (ex.: amar ao próximo).

Por outro lado, o conjunto de verbos a que se pode estender este tipo de construção é difícil de delimitar e identificar. O exemplo dado (irritou a Deus) é disso prova, pois o verbo irritar não aparece em gramáticas e dicionários nos exemplários de verbos com este comportamento, mas tem uso efectivo em discursos religiosos e afins.

Mais difícil ainda é delimitar quando é que estas construções se podem estender a outros complementos directos a que se quer dar carácter reverencial, com este ou com outros verbos considerados transitivos directos (por exemplo, se podemos ou não aceitar sem problemas Paula irritou a Pedro ou Paula admoestou a Pedro).

Pelos motivos acima apontados, pode dizer-se que a construção irritou a Deus não pode ser considerada incorrecta, pois segue um paradigma que é comummente aceite para outros verbos. No entanto, se se quiser evitar construções que possam ser polémicas ou questionáveis, o uso desta construção deverá ser limitado aos exemplos tidos como mais comuns (ex.: adorar a Deus, temer a Deus).

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Palavra do dia

bu·nho bu·nho
(latim vulgar *budinum, do latim buda, -ae, espécie de junco)
nome masculino

1. [Botânica]   [Botânica]  Planta herbácea (Schoenoplectus lacustris) da família das ciperáceas, encontrada em diversos locais húmidos ou pantanosos de Portugal Continental, cujos caules são usados no fabrico de esteiras, cestos e assentos de cadeiras. = BUINHO

2. [Botânica]   [Botânica]  Planta herbácea (Typha dominguensis), da família das tifáceas, vivaz e com rizomas subaquáticos, de caule simples usado no fabrico de esteiras, folhas lineares e planas, flores em forma de espiga cilíndrica e de cor castanha, que cresce junto a linhas de água. = TABUA

3. [Regionalismo]   [Regionalismo]  Espécie de brinquedo ou engenhoca feita por crianças. = BUNHEDO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/aposto [consultado em 24-10-2020]