Significado de apitarem-se-mas

    A forma apitarem-se-maspode ser [terceira pessoa plural do futuro do conjuntivo de apitarapitar] ou [terceira pessoa plural infinitivo flexionado de apitarapitar].

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    apitarapitar
    ( a·pi·tar

    a·pi·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Fazer soar um apito.

    2. Transmitir sinais ou pedir socorro através de um apito.

    3. [Desporto] [Esporte] Dirigir uma competição desportiva, fazendo cumprir as regras, em desporto em que o árbitro faz uso de apito. = ARBITRAR

    etimologiaOrigem:apito + -ar.

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    silvo | n. m.

    Assobio da cobra....


    sobiote | n. m.

    Assobio pequeno, apito de metal ou madeira....


    apitadela | n. f.

    Ato ou efeito de apitar....


    assobio | n. m.

    Som produzido por quem assobia ou pelo que assobia....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?