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    Definições



    amouco-mo

    A forma amouco-mopode ser [masculino singular de amoucoamouco] ou [primeira pessoa e terceira pessoa singular do presente e do pretérito perfeito do indicativo de amoucaramoucar].

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    amoucar1amoucar1
    ( a·mou·car

    a·mou·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo e pronominal

    Tornar ou ficar mouco, surdo. = EMOUQUECER, ENSURDECER

    etimologiaOrigem:a- + mouco + -ar.

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    iconeConfrontar: amocar.
    amoucar2amoucar2
    ( a·mou·car

    a·mou·car

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    1. Tratar de modo servil ou lisonjeiro os seus superiores.


    verbo pronominal

    2. Tornar-se servil, submisso à vontade de um superior, de uma autoridade. = HUMILHAR-SE, REBAIXAR-SE

    3. Ficar tomado de fúria desvairada; tornar-se amouco. = ENFURECER

    etimologiaOrigem:amouco + -ar.

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    iconeConfrontar: amocar.
    amoucoamouco
    ( a·mou·co

    a·mou·co

    )


    nome masculino

    1. [Índia] [Índia] Indivíduo que, possuído de fúria desvairada ou desespero, jura vingar-se de ofensa cometida contra ele ou contra alguém a quem está vinculado, sacrificando a própria vida para defesa da honra ultrajada.

    2. [Por extensão] [Por extensão] Indivíduo que servilmente defende e lisonjeia os seus superiores ou chefes, o seu partido ou a sua doutrina.


    adjectivoadjetivo

    3. Que está tomado de furor homicida e decidido a morrer.

    4. Que é bajulador.

    etimologiaOrigem:malaio amoq, arremetida furiosa, indivíduo possuído de fúria.

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    Esta palavra no dicionário



    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Em reconhecimento ao serviço público e gratuito de qualidade que vocês prestam, estou reportando um erro encontrado no vosso serviço de conjugação. No Subjuntivo, vocês têm "que eu fosse/que tu fosses..." e "se eu for/se tu fores...", quando o correto, visto noutro conjugador, é "se eu fosse/se tu fosses..." e "quando eu for/quando tu fores...".