Significado de alimenta-mos

    A forma alimenta-mospode ser [segunda pessoa singular do imperativo de alimentaralimentar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de alimentaralimentar].

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    alimentaralimentar
    ( a·li·men·tar

    a·li·men·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Dar alimento a (ex.: a mãe alimenta as crias). = NUTRIR

    2. [Figurado] [Figurado] Conservar, manter (ex.: alimentar a esperança).

    verbo transitivo e pronominal

    3. Dar ou receber o que é necessário para algo existir, manter-se ou desenvolver-se (ex.: o gerador alimenta o edifício em caso de falha de energia; o medo pode alimentar-se de desinformação).

    verbo intransitivo

    4. Servir de alimento. = NUTRIR

    5. Ser nutritivo. = NUTRIR

    verbo pronominal

    6. Ingerir alimentos ou nutrientes (ex.: ele não se alimenta bem; esta ave alimenta-se de sementes e pequenos invertebrados). = COMER

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    7. Que serve para alimentar (ex.: bens alimentares; produto alimentar). = ALIMENTÍCIO

    8. Próprio dos alimentos; relativo a alimento (ex.: cadeia alimentar; corantes alimentares; segurança alimentar). = ALIMENTÁRIO

    9. Relativo à alimentação (ex.: distúrbio alimentar; hábitos alimentares; intoxicação alimentar; restrições alimentares).

    etimologiaOrigem:alimento + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    amilhado | adj.

    Designativo do animal alimentado com milho....


    artófago | adj.

    Que se alimenta quase exclusivamente de pão....


    bacívoro | adj.

    Que se alimenta com bagas....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "alimenta-mos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      É correta a frase há alguns anos atrás? Ou se deve dizer apenas há alguns anos ou alguns anos atrás?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?