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adejar

adejaradejar | v. intr. | v. tr. e intr. | v. tr.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

a·de·jar a·de·jar

- ConjugarConjugar

(origem duvidosa)
verbo intransitivo

1. Bater as asas. = ESVOAÇAR, VOAR

2. [Figurado]   [Figurado]  Estar presente. = PAIRAR

verbo transitivo e intransitivo

3. Mover ou agitar (ex.: adejar os braços).

verbo transitivo

4. Tocar ou passar de leve. = AFLORAR, PERPASSAR

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Blogues do SAPO

Dúvidas linguísticas


Ao consultar terebentina fui surpreendido com a variante terebintina. Qual é a soletração certa?
Ambas as grafias terebintina e terebentina são possíveis e estão registadas, por exemplo, no Grande Dicionário da Língua Portuguesa (12 vol., Porto: Amigos do Livro Editores, 1981) e no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Lisboa: Academia das Ciências de Lisboa / Editorial Verbo, 2001).

A grafia terebintina está mais próxima do étimo latino (terebinthus = terebinto), razão pela qual alguns dicionários optaram pela sua inclusão em detrimento de terebentina, que está mais próxima do vocábulo francês (térébenthine). Pesquisas em corpora e em motores de busca na Internet revelam uma maior tendência dos falantes para o uso de terebintina, o que parece confirmar a opção dos dicionários.




Queria perguntar-vos sobre a utilização de em ou no/na antes de nos referirmos a lugares. Porque dizemos no Porto mas não na Lisboa? Porque tanto se diz na França como em França? Existe alguma regra para a utilização ou não de artigo definido (e respectivas contracções) quando nos queremos referir a um local? Por exemplo: porquê dizer fui ao Funchal e não fui a Funchal?
O uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (isto é, nomes próprios que designam lugares geográficos) não corresponde a uma regra rígida na língua portuguesa. As indicações dadas por gramáticas e prontuários são em geral fluidas e por vezes contraditórias, pelo que as respostas a questões relacionadas com este assunto raramente podem ser peremptórias.

Na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, pp. 228-231), são elencadas algumas indicações para o uso ou não do artigo definido com nomes geográficos.

Preconiza-se nomeadamente o uso de artigo antes de nomes de “países, regiões, continentes, montanhas, vulcões, desertos, constelações, rios, lagos, oceanos, mares e grupos de ilhas” (ex.: a Suíça, a Escandinávia, a Europa, o Pico, o Etna, o Sara, o Centauro, o Guadiana, o Tanganica, o Índico, o Adriático, as Baleares), mas facilmente um falante se lembrará de muitos contra-exemplos para estas indicações (a própria gramática lista alguns deles: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor, Andorra, Israel, São Salvador, Aragão, Castela, Leão).

Do mesmo modo se indica que não se usa geralmente o artigo definido “com os nomes de cidades, de localidades e da maioria das ilhas”, mas logo se apresentam contra-exemplos, nomeadamente os casos de nomes de cidades e localidades que derivam de um substantivo comum (a Guarda, o Porto, o Rio de Janeiro, a Figueira da Foz).

Estas indicações gerais são úteis e correspondem provavelmente à maioria dos casos, mas os muitos casos que as contrariam (é significativa a lista de excepções ou contra-exemplos que as gramáticas apresentam) tornam a decisão de empregar ou não o artigo quase dependente de cada topónimo e da experiência linguística do falante.

Há ainda casos de topónimos como Espanha, França, Itália, Inglaterra ou Chipre em que é oscilante o uso ou não de artigo (ex.: foi viver para (a) Espanha).

O topónimo Funchal é usado sobretudo precedido de artigo (ex.: viajo amanhã para o Funchal; estou no [= em + o] Funchal; vou ao [= a + o] Funchal) e poderá incluir-se na categoria de nomes de cidades ou localidades “que se formaram de substantivos comuns” (CUNHA e CINTRA, p. 230).

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Palavra do dia

si·na·lag·má·ti·co si·na·lag·má·ti·co


(grego sunallagmatikós, -ê, -ón, relativo a contrato)
adjectivo
adjetivo

[Jurídico, Jurisprudência]   [Jurídico, Jurisprudência]  Que liga mutuamente dois contraentes (ex.: contrato sinalagmático; relação sinalagmática). = BILATERAL

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/adejar [consultado em 23-05-2022]