Pesquisa nas Definições por:

    tinga

    guaçutinga | n. m.

    Mamífero ruminante (Mazama gouazoubira) da família dos cervídeos, de pequeno porte, pelagem variável entre o avermelhado e o cinzento no dorso e mais clara no ventre, chifres simples, orelhas grandes arredondadas com pelos brancos no interior, encontrado em zonas florestais de vegetação aberta na América do Sul....


    Ave passeriforme (Cissopis leverianus) da família dos traupídeos....


    tietinga | n. m.

    Ave passeriforme (Cissopis leverianus) da família dos traupídeos....


    camaratinga | n. f.

    Planta trepadeira (Lantana brasiliensis) da família das verbenáceas, encontrada no Brasil....


    biguatinga | n. f.

    Ave palmípede suliforme (Anhinga anhinga) da família dos anhingídeos....


    couvetinga | n. f.

    Designação dada a várias espécies de plantas arbustivas da família das solanáceas, do género Solanum....


    tinga | n. f.

    Espécie de cágado do Amazonas....




    Dúvidas linguísticas


    A expressão "para inglês ver", utilizada no Brasil, tem o sentido de algo que é feito apenas para atender uma formalidade, sem funcionar na prática, ou significa algo que tem ares de perfeição, de excelência na sua qualidade?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?