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    subtil

    arguto | adj.

    Subtil e engenhoso....


    dedáleo | adj.

    Engenhoso; primoroso; muito subtil....


    sútil | adj. 2 g.

    Cosido ou costurado....


    ténue | adj. 2 g.

    Subtil; leve, ligeiro....


    Davo é na comédia latina o tipo de escravo dedicado, mas simplório e bonacheirão, enquanto Édipo é o tipo de espírito vivo e subtil capaz de adivinhar enigmas, como adivinhou o da esfinge....


    argúcia | n. f.

    Agudeza de espírito, subtileza....


    Sistema que ocupa o meio termo entre o nominalismo e o realismo....


    tutano | n. m.

    A parte mais íntima; a parte mais recôndita e subtil....


    eflúvio | n. m.

    Fluido subtilíssimo que eflui....


    metafísico | adj. | n. m.

    Transcendente; subtil; abstrato; obscuro....


    subterfúgio | n. m.

    Meio artificioso ou subtil que se emprega para sair de dificuldades....


    afiado | adj.

    Que tem fio ou gume fino ou bem amolado....


    casuística | n. f.

    Parte da teologia que trata dos casos de consciência....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?