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sinagoga

aljama | n. f.

Confraria; sinagoga....


sinagoga | n. f.

Templo de culto judaico....


templo | n. m.

Sinagoga, mesquita....


rabinado | n. m.

Dignidade ou função de rabino (ex.: a sinagoga foi construída durante o seu rabinado)....


esnoga | n. f.

Templo ou assembleia de judeus....


frontal | adj. 2 g. | n. m. | adj. 2 g. n. m.

Pano com que os judeus cobrem a cabeça na sinagoga....


sefardita | adj. 2 g. | n. 2 g.

Diz-se do rito em uso nas sinagogas fundadas por judeus imigrados de Portugal e Espanha....


sefardim | adj. 2 g. | n. 2 g.

Diz-se do rito em uso nas sinagogas fundadas por judeus imigrados de Portugal e Espanha....


sefardi | adj. 2 g. | n. 2 g.

Diz-se do rito em uso nas sinagogas fundadas por judeus imigrados de Portugal e Espanha....


mezuzá | n. f.

Objecto alongado que contém dois excertos do Deuteronómio e é colocado na ombreira direita das portas das casas judaicas ou das sinagogas....


sefaradi | adj. 2 g. | n. 2 g.

Diz-se do rito em uso nas sinagogas fundadas por judeus imigrados de Portugal e Espanha....


sefaradita | adj. 2 g. | n. 2 g.

Diz-se do rito em uso nas sinagogas fundadas por judeus imigrados de Portugal e Espanha....


bema | n. f.

Nas sinagogas, plataforma elevada para leitura dos textos sagrados....



Dúvidas linguísticas



Qual denominação para a "operação" de passar Francisco a Chico, Helena a Lena, Alice a Lili, etc.
As palavras Chico, Lena ou Lili são hipocorísticos (isto é, nomes próprios usados para designar alguém de maneira informal ou carinhosa) em relação a Francisco, Helena e Alice, respectivamente. Estes três hipocorísticos mostram, contudo, fenómenos diferentes de formação de palavras: em Francisco > Chico há uma redução por aférese acompanhada de alteração expressiva da forma reduzida; em Helena > Lena há uma simples redução por aférese; em Alice > Lili há uma redução com aférese e apócope e com o redobro de uma sílaba. A estes mecanismos pode ainda juntar-se o frequente uso de sufixos aumentativos ou diminutivos (ex. Chicão, Leninha).



Venho por este meio pedir-lhe que me esclareça se faz favor, a dúvida seguinte. Qual a frase correcta e porquê (penso que seja a segunda mas ouço muita gente utilizar a primeira): a) Eles hadem ver o que sou capaz de fazer. ou b) Eles hão-de-ver o que sou capaz de fazer.
A construção hão-de ver corresponde a uma forma do verbo haver (usado como auxiliar para exprimir o futuro), seguida da preposição de (à qual se liga por hífen, no português europeu, por se tratar de uma forma monossilábica do verbo haver, o que acontece também com hei-de, hás-de e há-de) e do verbo ver, considerado o verbo principal da locução verbal. Por este motivo, a frase correcta é Eles hão-de ver o que sou capaz de fazer, pois não existe nenhuma forma do verbo haver que corresponda a *hadem (o asterisco assinala erro ou agramaticalidade).

Este erro é muito frequente, sobretudo na oralidade, por os falantes não terem consciência das fronteiras de palavra nem da categoria das palavras constantes em certas locuções. Assim, ao ouvir uma forma como Ele há-de ver, e sem a preocupação de decompor a locução nos seus elementos constituintes, o falante que comete este erro considera há-de como uma única palavra e atribui-lhe a categoria de verbo. Quando tem de flexionar, este falante fá-lo como se se tratasse de um verbo regular da segunda conjugação (*hader, como comer, por exemplo), isto é, ao considerar *hade como terceira pessoa do singular (se compararmos com um verbo regular seria o correspondente a come), vai conjugar na terceira pessoa do plural como *hadem (como se fosse comem). Este raciocínio será análogo para uma forma como Tu *hades ver, em que a forma *hades corresponderia a uma hipotética segunda pessoa do singular (como se fosse comes).

A Base XVII do Acordo Ortográfico de 1990 prevê a eliminação do hífen nas formas monossilábicas do verbo haver seguidas da preposição de, pelo que a frase correcta será Eles hão de ver o que sou capaz de fazer.

No português do Brasil, quer antes quer depois do Acordo de 1990, a forma correcta é "hão de", sem hífen.


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