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    separam-na

    Diz-se dos crustáceos que têm a cabeça separada do tórax....


    avulso | adj. | adv.

    Isolado, solto, desconexo, desirmanado....


    desfibrado | adj.

    Sem as fibras ou com elas separadas....


    Diz-se do espírito separado do corpo que ele animou....


    divelente | adj. 2 g.

    Que separa ou desliga; que arranca....


    Que tem pétalas livres, não ligadas entre si (ex.: corola dialipétala)....


    Que tem as sépalas livres entre si (ex.: cálice dialiossépalo, flor dialiossépala)....


    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    distrativo | adj.

    Que serve para distrair; que distrai (ex.: efeito distrativo)....


    diviso | adj.

    Dividido; separado....


    endócrino | adj.

    Diz-se das glândulas de secreção interna, como as glândulas tiroides, suprarrenais, etc....


    esbandalho | adj.

    Separado em bandos, tresmalhado; destruído; esfarrapado....


    esparso | adj.

    Espalhado, disperso....


    Da espagírica ou a ela relativo (ex.: preparações espagíricas)....


    exócrino | adj.

    Que se refere à secreção de produtos eliminados diretamente dos tegumentos ou das mucosas....


    idiógino | adj.

    Diz-se dos estames que estão separados do pistilo (na mesma flor)....


    intercelular | adj. 2 g.

    Situado entre as células ou que as separa (ex.: substância intercelular)....


    junto | adj. | adv.

    Que se juntou; que está em contacto físico com (ex.: tinha de ter as mãos juntas para o jogo)....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?