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    rena

    rena | n. f.

    Mamífero ruminante (Rangifer tarandus) da família dos cervídeos que vive na Sibéria, na Escandinávia, na Gronelândia e no Canadá. [A rena pode atingir 1,50 m de altura; as suas pontas ramificam-se em esgalhos achatados, que lhe servem para descobrir debaixo da neve os líquenes de que se alimenta; os lapões e os esquimós empregam-na para puxar trenós e utilizam o seu sangue, a carne, o leite, as pontas e o couro.]...


    caribu | n. m.

    Mamífero ruminante (Rangifer tarandus) da família dos cervídeos, encontrado nas regiões boreais, em especial na Sibéria, na Escandinávia, na Gronelândia e no Canadá....


    rangífero | n. m.

    Mamífero ruminante (Rangifer tarandus) da família dos cervídeos, encontrado nas regiões boreais, em especial na Sibéria, na Escandinávia, na Gronelândia e no Canadá....


    rangífer | n. m.

    Mamífero ruminante (Rangifer tarandus) da família dos cervídeos, encontrado nas regiões boreais, em especial na Sibéria, na Escandinávia, na Gronelândia e no Canadá....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Das seguintes frases, qual delas não corresponde a um provérbio: Janeiro quente traz fartura a toda a gente; Janeiro quente traz o diabo no ventre; Janeiro greleiro não enche o celeiro; Janeiro frio e molhado enche a tulha e farta o gado?