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    remunerava-mo

    TVDE | sigla

    Transporte individual e remunerado de passageiros, organizado e disponibilizado a partir de uma plataforma eletrónica e realizado em veículos descaracterizados (ex.: operador de TVDE; regulamentação da atividade de TVDE)....


    gájaras | n. f. pl.

    Víveres que se dão aos ceifadores de empreitada, além da remuneração em moeda corrente....


    paga | n. f.

    Ato ou efeito de pagar....


    salariado | n. m.

    Estado, condição de assalariado....


    yuppie | n. 2 g.

    Jovem executivo, geralmente bem remunerado, dinâmico e ambicioso....


    jetom | n. m.

    Peça ou marca de um jogo....


    doméstica | n. f.

    Mulher que presta serviços domésticos na casa de outrem....


    dona | n. f.

    Tratamento e título honorífico que precede o nome próprio de senhoras (abreviatura: D.)....


    dono | n. m.

    Pessoa a quem pertence alguma coisa; senhorio....


    governicho | n. m.

    Exercício de um pequeno emprego....


    nicho | n. m.

    Cavidade aberta em parede para colocação de imagem, vaso ou outros objetos (ex.: fachada decorada com arcos e nichos; duche com nicho de arrumação)....


    Ato ou efeito de renumerar (ex.: a inclusão de um novo parágrafo obrigou à renumeração dos parágrafos existentes)....


    Ato ou efeito de aposentar ou de se aposentar....




    Dúvidas linguísticas


    Numa leitura encontrei os termos filofascista e filofascismo. Qual é o seu significado?


    Sou formanda de um curso de qualificação profissional e no âmbito do mesmo tenho aulas de Português. Pelo menos duas vezes, fui confrontada com ensinamentos que não me parecem correctos.
    Primeira: a professora diz-nos que o advérbio de modo raramente é uma palavra esdrúxula. Recordo ainda a voz da minha professora da Escola Secundária, dizendo-nos que todos os advérbios de modo são palavras graves. Não importa de que adjectivo venham, ao transformarem-se em advérbios de modo a sílaba tónica passa a ser “men” (a penúltima) e, portanto, são palavras graves.
    Segunda: esta senhora pôs-nos hoje a completar frases com o presente do conjuntivo de alguns verbos. Uma das frases compreendia a primeira pessoa do plural do verbo conseguir que ela completou com "consígamos" (até o corrector ortográfico do computador discorda!). Esta eu já verifiquei no vosso site (perdoem-me os anglicismos) e efectivamente não vejo acento no i.